domingo, 5 de maio de 2013

Resposta oficial do Secretario Denis Crupe sobre o caso das coxinhas de frango

Por Denis Crupe -Secretario de administração de Jundiaí.

A quem possa interessar, a resposta dada pelo secretário de Administração, Denis Crupe, ao Jornal de Jundiaí Regional, nesta sexta-feira (3), sobre a compra de alimentação destinada às crianças da rede pública de ensino.

Em atenção ao quanto solicitado relativamente ao Pregão Eletrônico nº 046/13 – Processo Administrativo nº 5.682-1/2013-1, vem esta SMA, por meio do Secretário Municipal de Administração, expor o quanto segue:

Trata-se de Pregão Eletrônico para Registro de Preço de gêneros alimentícios a serem utilizados no fornecimento de merenda escolar, solicitado pela Secretaria Municipal de Educação e Esportes, por meio de a sua diretoria técnico financeira, em 01 de março de 2013.

Primeiramente, cumpre informar que o Registro de Preço consiste no registro formal de preços para aquisições de materiais, produtos ou gêneros de consumo contínuo. Os procedimentos para o registro são iniciados com uma licitação para escolha dos fornecedores que, depois de homologada pela autoridade competente, é seguida pela assinatura da Ata de Registro de Preços, tendo como vantagens a agilidade e segurança na contratação, economia, redução do número de compras fracionadas, além da transparência do processo.

De ser destacado que para ser possível a utilização de tal procedimento - indicado pelo TCE - a administração precisa prever um mínimo e um máximo de utilização do produto a ser registrado no período de um ano, sendo certo que, para tanto, no caso do produto questionado, a atual gestão se baseou em consumos de demanda atual, chegando ao mínimo de 1.500 Kg e ao máximo de 5.000 Kg.

Não bastasse, tendo em vista estarmos frente ao fornecimento de merenda escolar, que segue rigorosos critérios técnicos a serem obrigatoriamente observados, a formação da Ata deve levar em conta as exigências nutricionais e laudos bromatológicos, bem como o fato de que o fornecimento ocorre por meio de a distribuição do produto em 06 (seis) setores, totalizando 128 pontos de entrega (escolas), que exige a observância de posturas de higiene e utilização de veículos refrigerados.

Ademais, o valor registrado, deve ser mantido pelo fornecedor durante o período de 12 (doze) meses, impondo ao mesmo suportar eventuais oscilações de mercado, não só do produto em si, mas também da sua logística de entrega, que envolve os custos com o transporte (combustíveis) e mão de obra (salários)

Dentre os gêneros alimentícios elencados na solicitação combatida por Vossa Excelência, se encontra o item “coxinha da asa de frango, temperada, assada e congelada; com especificações nutricionais de Carboidrato: 4, Lipídeo: 10 (máximo); Proteína: 20; Cloreto de Sódio: 2 (máximo); isento de pimenta, glutamato monossódico e corantes artificiais; cozimento a vapor superaquecido; entregue congelado em temperatura de – 12ºC; em embalagem em polietileno atóxico”.

Referido Pregão Eletrônico, respeitados os prazos legais, fora aberto em 03 de abril de 2013, após ser realizada a devida pesquisa de preços de mercado, conforme orçamentos insertos nos autos, obtendo-se como preço médio o importe de R$ 23, 50 (vinte e três reais e cinquenta centavos), referência para o pregão, merecendo destaque sua ampla divulgação por meio do sistema “Compra Aberta”, que atingiu aproximadamente 850 fornecedores, além das competentes publicações oficiais.

Para o item em comento, demonstraram interesse efetivo no fornecimento, participaram dando lances e se classificaram no pregão três empresas, quais sejam, Bigotti Entreposto de Carnes e Derivados Ltda. EPP. (R$ 22,90), S. Mazzoni Alimentos EPP (R$ 25,50) e Casa da Merenda Comércio de Alimentos Ltda. EPP (R$ 40,00).

De ser destacado que, após encerrado o pregão e declarada vencedora a empresa Bigotti Entreposto de Carnes e Derivados Ltda. EPP, a administração agindo com o intuito de buscar maior economia aos cofres públicos, estabeleceu negociação objetivando o conseguimento de desconto, obtendo êxito em reduzir o valor da compra para R$ 21,90, prática que resultou em significativa economia se levado em conta o consumo máximo fixado (5.000 kg), atingindo redução no importe de R$ 60.000,00 (sessenta mil reais).

Sintetizada a dinâmica do Pregão questionado, impõe-se repudiar veementemente a assertiva que circula por meio de blogs de pouca credibilidade de que o Registro de Preço em comento evidencia uma discrepância absurda entre o preço que se pretende praticar e os preços encontrados nos mercados atingindo diferença superior a 240%.

Isso porque, comparar o preço do produto conseguido no Pregão, com aquele praticado em um açougue, onde o mesmo se encontra in natura, sem embalagem, sem a especificação de refrigeração, sem os custos da logística de entrega em 128 escolas e sem a projeção de garantia de preços por 12 meses é no mínimo um despropósito, não havendo dúvidas que aqueles que propagam tais informações agem com inequívoca má-fé.

E tanto a assertiva é verdadeira que, em 29 de fevereiro de 2012, por meio do Pregão Eletrônico nº 24/2012, a gestão anterior, defendida incondicionalmente por aqueles que mentem ao tratar do pregão em comento, registrou o preço do mesmo produto no importe de R$ 19,90 (dezenove reais e noventa centavos), cujo fornecedor vencedor também fora a empresa Bigotti Entreposto de Carnes e Derivados Ltda. EPP, sendo certo que a simples aplicação da inflação do período compreendido entre 2012 e 2013, demonstra a exata adequação de preço de mercado do produto.

E, para que não paire dúvidas quanto a legalidade do Pregão, além do fato de a sua divulgação ter atingido aproximadamente 850 fornecedores cadastrados no Compra Aberta, bem como outros tantos que acompanham a imprensa oficial, classificaram-se três empresas que deram lances, sendo certo que a empresa Bigotti Entreposto de Carnes e Derivados Ltda. EPP, é fornecedora da Prefeitura Municipal de Jundiaí desde o ano de 1995, não havendo qualquer fato que desabone sua conduta.

Um dos compromissos da atual gestão fora manter práticas já adotadas com acerto pelos gestores que a antecederam. Assim, os motivos que balizaram a decisão questionada são exatamente os mesmo que nortearam a administração anterior veementente defendida por aqueles que por motivos políticos e mesquinhos atacam a atual administração, tanto que efetivadas no ano de 2012, conforme já demonstrado.

Sem sombra de dúvidas as merendeiras jundiaienses primam pela excelência em seu mister, porém por questões óbvias devemos levar em conta toda a operação logística que envolve o fornecimento do produto em questão, sendo certo que somente da maneira escolhida é que se pode garantir a qualidade do alimento que chega a mesa das crianças da nossa rede pública de ensino, sendo impossível adquirir e servir o produto comprado in natura no balcão do açougue.

Diante de todo o exposto, inquestionável que o Registro de Preço erroneamente combatido primou pela lisura e interesse dos cofres públicos e especialmente dos destinatários finais do produto que são as crianças jundiaienses.

terça-feira, 30 de abril de 2013

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Hospital São Vicente será reformado

O prefeito Pedro Bigardi realizou nesta quinta-feira (25) uma coletiva de imprensa para anunciar os esforços que, nos próximos três meses, serão realizados para melhorar a situação do Hospital São Vicente de Paulo. Serão, inicialmente, quase R$ 7 milhões em investimentos. 

Fued Maluf mostra paredes sem pintura há mais de 17 anos
O anúncio foi antecedido por um “tour” da imprensa pelo interior da instituição, que mostrou situações como infiltrações de chuva, móveis e equipamentos em mau estado, janelas enferrujadas e também as péssimas condições de acomodações para médicos e funcionários, entre outros.

Todos os pacientes com que conversamos elogiam o profissionalismo dos que trabalham no hospital. Mas a verdade é que antes de contarmos com um futuro novo estabelecimento e mesmo com os novos Pronto-Atendimentos 24 horas, como o Central, é urgente melhorarmos a situação do hospital”, afirmou o prefeito.

O secretário de Saúde, Cláudio Miranda, afirmou que a situação encontrada exigiu a preparação de um projeto emergencial. “O hospital é uma referência não apenas da cidade mas da região e precisa de apoio”, afirmou Miranda.

Dados levantados na Fundação Seade pelo Hospital São Vicente de Paulo mostram que, em 1993, a cidade contava com 3 leitos SUS (Sistema Único de Saúde) para cada 1 mil habitantes. Em 2013, a proporção caiu para 0,8 leitos SUS para cada 1 mil habitantes no município. A população da região atendida também cresceu.

Ainda usando dados da Fundação Seade, do governo estadual, o hospital mostrou que, mesmo com todas as UPAs e um novo hospital, a proporção de leitos no município ainda ficará abaixo do patamar de 20 anos atrás. Do lado externo, foram mostradas paredes de quartos e apartamentos sem pintura há mais de 17 anos.

“Encontramos o hospital com 1,5 muda de cama para cada paciente. Uma das mudanças é terceirizar a lavanderia, com meta de cinco mudas por paciente e a condição de não haver demissões destes colaboradores que chegam a enfrentar condições de insalubridade”, afirmou Fued Maluf, superintendente do São Vicente.

Para o presidente da Câmara, Gerson Sartori, em outros setores as mesmas condições de trabalho “teriam provocado uma greve”.

Mais recursos
O primeiro lote de investimentos, de R$ 5 milhões, é formado pelo remanejamento de recurso de R$ 2 milhões do próprio hospital e mais R$ 3 milhões do Orçamento da prefeitura que estavam na rubrica de desapropriações. E o secretário de Finanças, Paulo Galvão, estuda outras possibilidades. Para Cláudio Miranda, “há um forte consenso no governo de que o sistema de saúde precisa ser mesmo reestruturado e fortalecido”.

O restante da verba, segundo o prefeito Pedro Bigardi, viria do Governo do Estado. “Estive com o secretário estadual Edison Aparecido, e ele confirmou que duas emendas voltadas para a instituição, de R$ 400 mil e de R$ 1,5 milhão, podem ser liberadas já nos próximos meses, destinadas a equipamentos. E ainda estou dialogando com parlamentares, como o Baleia Rossi, que nos visitou nesta quinta (25), sobre a perspectiva de novos recursos”, disse.

Por: José Arnaldo de Oliveira - PMJ
Foto: Alessandro Rosman

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Secretario vem a público explicar gastos excessivos com Coffee Break

CARTA ABERTA À POPULAÇÃO E EM ESPECIAL AOS AMIGOS.

Hoje tive contato com uma polemica fabricada por alguns opositores da atual administração municipal, que certamente por motivos inconfessáveis insistem em distorcer a realidade. Com muito orgulho componho a atual administração municipal e sou consciente que devo satisfações a população, bem como aos 140000 cidadãos que elegeram o atual governo e também aos amigos que mantenho nesta pagina.
Denis Crupe- Sec. de Administração

Pois bem. O dia-a-dia da gestão municipal impõe inúmeras reuniões, seminários etc, nos quais participam a população e autoridades. A presente gestão vem organizando tais eventos de modo a alcançar sua efetividade, com o menor custo possível para os cofres públicos. No entanto, alguns casos impõem a necessidade de ser disponibilizado "coffee break".

Diante de tal necessidade, mas sempre visando a contenção de gastos, a atual gestão optou por efetivar uma Ata de Registros de Preços para a aquisição do referido serviço.

O Registro de Preços consiste no registro formal de preços para aquisições de materiais, produtos ou gêneros de consumo contínuo. Os procedimentos para o registro são iniciados com uma licitação para escolha dos fornecedores que, depois de homologada pela autoridade competente, é seguida pela assinatura da Ata de Registro de Preços, tendo como vantagens a agilidade e segurança na contratação, economia, redução do número de compras fracionadas, além da transparência do processo.

De ser destacado que para ser possível a utilização de tal procedimento - indicado pelo TCE - a administração precisa prever um mínimo e um máximo de utilização do produto a ser registrado no período de um ano, sendo certo que, para tanto, a atual gestão se baseou nos gastos efetivados no ano de 2012 pela ultima gestão, que adquiriu efetivamente 2.233 Kits de "coffee break", gastando um total de R$ 317.876,00.
Assim, utilizando essa referência, a atual gestão individualizou 3 Kits, que atendam o número de 10 pessoas, nos valores de R$ 160,00 R$ 167,00 e R$ 198,00, ou seja, R$ 16,00 R$ 16,70 e R$ 19,80 por pessoa, lembrando que não se trata de cafe da manha e sim de uma estrutura maior que inclui inclusive a entrega do produto.

De ser destacado que a Ata não obriga a aquisição e sim a referencia quando da necessidade.
Mas o que se deve ter em vista é a correta e austera utilização dessa Ata. E é isso que a atual administração vem fazendo, tanto que no primeiro trimestre de 2012 a gestão tucana gastou os absurdos r$ 81.620,00, enquanto o governo Pedro Bigardi, no primeiro trimestre de 2013 gastou r$ 1.440,00.

E essa política de austeridade vem sendo marca do prefeito Pedro Bigardi. Por exemplo, desde o seu primeiro dia de governo deixou de existir a pratica de carros e motoristas exclusivos e 24hs para secretários, pratica utilizada pelos tucanos, que chegaram ao ponto de buscar filhos na faculdade em Sao Paulo ou passar semanas na praia como foi noticiado pelos jornais em caso protagonizado pelo então secretario de desenvolvimento econômico. E o fim dessa pratica já refletiu em economia de 25% nos gastos com combustíveis e 55% em horas extras dos motoristas. E certamente gerará economia em manutenção de veículos que só pra exemplificar na gestão tucana foi na ordem de aproximadamente 1 milhão de reais na secretaria de serviços públicos, 350 mil na setransp e 400 mil da secretaria de saúde, no ano de 2012.

Quero deixar claro que o até aqui articulado não tem o objetivo de atacar a gestão tucana ou criar comparativos visando caça às bruxas, mas sim trazer a tona a verdade dos fatos.

Assim, prestadas as devidas explicações sobre os fatos, renovo meu compromisso pessoal e de todo governo Bigardi da adoção de boas praticas de gestão do dinheiro público, bem como fico a disposição de todos no 4º andar do Paço para demonstrar documentalmente o todo aqui afirmado.
Abraço a todos.

Denis Crupe é Secretario de Administração de Jundiaí.

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Ministério público vai investigar uso de verba pública com pastor

Com 100 dias, governo Bigardi sofre sua primeira investigação
O Ministério Público de Jundiaí, por meio da promotora de Justiça Karina Bagnatori, investigará duas contratações no Hospital São Vicente de Paulo: a do pastor José Adilson Telles, que até o último domingo era pago para dar consultas espirituais, e a da empresa ACEC (Associação Casa da Esperança de Cubatão), na administração do hospital desde 1º de março.

A promotora fará a instauração de inquéritos para apurar os dois casos. Em relação ao pastor, Karina explicou que, se for confirmado o pagamento indevido (com o funcionário registrado para uma função diferente da executada), ela pedirá a restituição do dinheiro gasto, o que configura improbidade administrativa.

O MP recebeu, no começo da semana, duas denúncias de cidadãos sobre o caso do pastor, pedindo a apuração. Como revelou o Jornal de Jundiaí Regional, José Adilson recebia R$ 2,5 mil e declarou ter sido indicado ao cargo pelo atual secretário de Saúde, Cláudio Miranda - que, por sua vez, atribuiu a indicação ao Conselho de Pastores da cidade. Após a denúncia, o prefeito Pedro Bigardi (PCdoB) exonerou o pastor, no último domingo, e anunciou um espaço para todas as religiões no Hospital São Vicente.

ACEC - O MP também fará a apuração da contratação da ACEC, após ser revelado que a entidade - de caráter filantrópico - passa por problemas financeiros em Cubatão, onde atende crianças portadoras de deficiência. A promotora deseja saber se a empresa tem capacidade para administrar um hospital do porte do São Vicente. Karina recebeu, esse semana, documentos do MP de Cubatão, por meio do promotor de Justiça Daniel Santerini Caiado, pedindo que o caso fosse analisado de perto. Ao ser informado que a ACEC atuava no setor administrativo do hospital, o promotor ficou surpreso.

A presidente da ACEC, Maria Aparecida Pieruzi de Souza, era vereadora até o ano passado pelo Partido dos Trabalhadores (PT) em Cubatão. Procurada, ontem, para falar da fila de espera por atendimento na entidade - no começo de março era de 124 crianças -, ela não quis dar declarações e disse que a reportagem deveria procurar o Poder Público, responsável por manter a entidade.

A prefeitura da cidade litorânea foi procurada e também não soube informar o número atual de crianças na fila, mas disse estar em dia com o repasse à entidade - de R$ 45 mil mensais. Além disso, a Prefeitura de Cubatão declarou que ajuda a Casa da Esperança com profissionais médicos, em assistência aos pacientes.

Empresa anterior - A Pró-Saúde, empresa que administrava o São Vicente até o fim de fevereiro, explicou, em nota, que irá acionar a Justiça após a administração do hospital ter se negado a pagar uma multa contratual de R$ 329.343. Ao ser mandada embora, a empresa não cumpriu o aviso prévio, como estava em contrato. Também afirmou que recebia R$ 109.781 mensalmente, diferente da ACEC, à qual são pagos R$ 113 mil.

Outro lado - A Prefeitura de Jundiaí foi procurada ontem e questionada se o pastor foi pago pelos dias que trabalhou e se o dinheiro será devolvido. Foi questionada também sobre a quantidade de funcionários levados ao hospital pela ACEC e se a multa referente à Pró-Saúde será paga. Em todos os casos, não houve resposta.

A prefeitura disse, no entanto, por meio de nota, que continua em estudo a criação da sala ecumênica para todas as religiões no hospital. Sobre a ACEC, afirmou existir a necessidade de renovação na equipe de gestão administrativa e que detalhes sobre a rescisão com a Pró-Saúde serão informados pelo hospital. O São Vicente foi procurado, mas não respondeu à reportagem.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Cantora Mira Ramos lança site e clipe hoje no Telhado

Nesta quinta-feira, dia 11, a artista de sertanejo universitário Mira Ramos lançará o vídeo clipe de sua música de trabalho, Beijar na Boca, durante apresentação no Telhado Chopp Bar.

De acordo com Mira Ramos, "o clipe traz de maneira cômica a principal proposta deste nosso CD, que é a valorização da mulher frente ao cenário atual do sertanejo, com muita sensualidade e bom humor" - ressaltando a característica de suas letras.

Na data, o clipe será lançado em dois momentos diferentes. Pela internet a divulgação acontece às 12h, através do site, que também será liberado ao público. Por enquanto, ao acessá-lo, você encontra o teaser dos bastidores da gravação. Posteriormente, às 20h, o clipe será exibido durante a apresentação da cantora.

Em seu repertório, além das músicas próprias, a noite será do melhor do sertanejo universitário, passando ainda pelo MPB e clássicos do rock nacional. Tudo para agradar os ouvintes da boa música.

Serviço:
Telhado Chopp - Beco Fino
Dia 11/04 - a partir de 20 horas.
www.miraramos.com.br
www.facebook.com/miraramosoficial

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Prefeito Pedro Bigardi, defende a contratação do pastor em Jornal

BOM DIA_ Como avalia esse início de mandato?

PEDRO BIGARDI –Todo início é de organização. Mas a gente conseguiu ir um pouco além com um conceito novo de governo. Nossa administração está mais aberta e isso tem dado muito certo, sentimos esse retorno com os próprios servidores e isso se estende para a população como um todo. O primeiro ponto é esse. E houve, ainda, uma mudança visível no controle dos recursos públicos. Redução de horas extras, corte de alguns imóveis alugados, maior controle de materiais, economia de combustível. São ações que parecem pequenas, mas essenciais e tenho insistido muito nisso com a equipe. Outro aspecto importante, que surpreendeu, foi a realização de algumas obras bastante significativas, com resultados positivos. No setor de saúde, a principal foi a inauguração do novo PA Central do Hospital São Vicente, fácil de ser executada e que melhorou muito o serviço.


O PA Central foi a principal ação do governo até agora?

PEDRO BIGARDI - 
Foi a ação de maior impacto. Foi uma ideia de rápida execução, em curto espaço de tempo. Compramos tudo novo, mobiliário, equipamentos, cobertores. O foco está na qualidade e a proposta nessa área da saúde é de investir na humanização do atendimento. Essa será a grande mudança dos serviços. Nas UBSs (Unidade Básica de Saúde), ampliamos o horário de atendimento, contratamos mais médicos e outros ainda devem ser chamados. O secretário Cláudio Miranda (de Saúde) já visitou quase todas as unidades, devem faltar somente quatro. Queremos reformular o sistema de saúde e, para isso, precisamos investir em melhorias de infraestrutura. Só com melhores equipamentos e em ambientes adequados para o atendimento a equipe de profissionais envolvidos poderá conseguir priorizar a humanização.

Caso do Pastor contratado

Nesse setor da Saúde, recentemente houve polêmica na cidade envolvendo a contratação de um pastor para dar atendimento espiritual no Hospital São Vicente de Paulo. E o desfecho foi sua atitude de exonerar esse servidor. Foi o principal fato negativo em 100 dias?

PEDRO BIGARDI
- Foi o primeiro problema e solucionamos de forma rápida. Eu optei pela exoneração do pastor, que eu conheço e admiro, para que a implantação do serviço de capelania não seja prejudicada. É uma coisa que ainda queremos e vamos fazer. Já existe em outros lugares, como na Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), e os representantes de diversas religiões são remunerados. Queremos organizar um serviço que já ocorre nos corredores do hospital e faz parte da humanização do atendimento.

Talvez a falha tenha sido não divulgar a ideia da implantação do serviço de capelania de forma antecipada para a população?

PEDRO BIGARDI - 
Pode ser. Isso chegou a ser feito, mas talvez tenha faltado um diálogo maior. A proposta é muito boa e vamos voltar a estudar como será feito isso.

Qual o maior desafio nesse começo de governo?
PEDRO BIGARDI - Estamos fazendo muitas coisas, mas o desafio mesmo foi a conservação da cidade. O contrato de cuidado com as áreas públicas é ruim e houve um atraso porque alguns serviços ficaram parados no fim do ano passado, depois das eleições. A gente teve que correr atrás para organizar isso e é algo que considero essencial. Tivemos muitos problemas com a coleta de lixo também. São coisas que tivemos que correr atrás e estamos cuidando das praças, investindo em sinalização horizontal nas vias, fazendo limpeza de rios. Tivemos ações pontuais como mutirões de limpeza em bairros como São Camilo e Jardim Tamoio para evitar catástrofes naturais por causa das chuvas. Isso ocorreu em parceria com a Defesa Civil e foi muito positivo.

A atuação da Guarda Municipal gerou alguns questionamentos e críticas. Quais os projetos para essa área?
PEDRO BIGARDI - Essa questão é muito séria. Houve questionamento sobre a ausência da GM nas ruas. Mas nossos números comprovam o contrário. Até março foram feitas mais rondas, um aumento de 12% em relação ao mesmo período de 2012, assim c=omo de abordagens, com aumento de 13%. O efetivo é baixo, queremos contratar pelo menos 50 novos guardas até o fim do ano e é preciso considerar que priorizamos a atuação na frente das escolas, onde há problemas com tráfico de drogas. A guarda está mais presente nas ruas do que antes. Tenho convicção total disso.

Como está a elaboração do programa de metas?
PEDRO BIGARDI - Fizemos o planejamento estratégico e na próxima sexta-feira haverá uma reunião com todas as secretarias para finalizar isso. O plano deve ser apresentado semana que vem e contará com 140 ações, sendo 24 projetos de maior complexidade. Entre esses projetos estão a construção do novo hospital, o centro de treinamento de atletas, questões de mobilidade. Mas todos tem a ver com o plano de governo. O único que acrescentamos foi um projeto que surgiu em discussão com a CDL (Câmara dos Dirigentes Lojistas) e a ACE (Associação Comercial de Jundiaí) sobre criar uma incubadora voltada ao setor comercial, como já ocorre com a indústria, que será o 25º.

O prefeito citou a construção de um novo hospital público entre essas grandes ações. Em que processo está?
PEDRO BIGARDI - Já temos a área onde ele será construído definida. Ainda não é possível divulgar porque está sendo feito um projeto de saúde para definir exatamente como será o funcionamento. Num primeiro momento, a área que temos para isso parece ser adequada.

E a criação das novas secretarias de Meio Ambiente, Esportes e Segurança?
PEDRO BIGARDI - Vamos criar em um momento político mais adequado. Esse tipo de assunto gera polêmica e optamos por não investir nisso agora, temos outras prioridades. Por enquanto, apostamos nas coordenadorias, como de mulher, deficientes, bem-estar animal, idoso, igualdade racial e defesa civil.

Há alguma ação importante para concluir ainda em 2013?
PEDRO BIGARDI - A UPA (Unidade de Pronto-Atendimento) do Almerinda Chaves deve ficar pronta até o fim do ano. Se houver algum imprevisto, no máximo, começo do ano que vem. É a prioridade, mas não sei se consigo. Outro objetivo é conseguir avançar em relação às melhorias no trevo da avenida Jundiaí. Fui na AutoBAn, conheci um estudo que eles têm a respeito e quero apresentar ao Governo do Estado alguma alternativa para que a prefeitura possa investir junto nisso. Já quero brigar por essa obra e pela alça de acesso ligando a nova rodoviária à Anhanguera no sentido Capital. Mas o trevo é prioridade.

O que te incomoda em Jundiaí?
PEDRO BIGARDI - A situação do Centro me incomoda muito. No final da tarde, quando os comerciantes colocam o lixo nas ruas, aquilo fica horrível. Queremos resgatar o Centro, melhorar a segurança, a limpeza, investir nas praças, que estão abandonadas, investir no restauro e preservação de espaços públicos e promover atividades para atrair a população para essa região tão importante.

Os 24 projetos prioritários

1- Programa Permanente de Conservação e Qualificação Urbana

2- Construção do Hospital das Clínicas de Jundiaí

3- Construção de quatro Unidades de Pronto Atendimento

4- Transposição da Rodovia Anhanguera - Acesso Avenida Jundiaí

5- Reestruturação e Urbanização do Jardim São Camilo

6- Implantação de quatro Bases Avançadas da Guarda Municipal de Jundiaí

7- Implantação de sete creches – locais a serem definidos

8- Regularização da Titularidade a Propriedade de Imóveis

9- Projeto Serra do Japi - Criação da Fundação Serra do Japi; Criação do Centro Ambiental; Visitação Monitorada

10- Implantação do Bilhete Único

11- Implantação do Programa Cidade Digital Banda Larga nos bairros distantes

12- Festas Populares Tradicionais


13- Criação do Complexo Cultural Fepasa

14- Construção de Arena Multiuso para realização de desfiles cívicos e Carnaval,
entre outros

15- Centro de Iniciação ao Esporte

16- Construção de duas Praças da Juventude

17-Prolongamento da avenida União dos Ferroviários até Várzea Paulista

18- Construção de 30 quilômetros de BRT
(Bus Rapid Transit)

19- Construção de 30 quilômetros de Ciclovias

20-Criação do Polo Turístico Rural

21- Criação do Polo Tecnológico

22-Implantação de Política de Resíduos Sólidos

23-Realização de gestão visando à implantação de Terminal Multimodal

24- Realização de gestão visando à Implantação da Universidade Pública de Jundiaí




Fonte: Jornal Bom dia

Jornalista Michele Stella

sábado, 23 de março de 2013

Dilma é favorita em 2014, vejam porque:

A presidente Dilma Rousseff teve algumas más notícias na economia nas últimas semanas. O PIB cresceu apenas 0,9%, a inflação chegou perto do topo da meta, a gasolina aumentou e os portos não conseguiram escoar a safra recorde de grãos. Esses dados deram esperanças à oposição de que a popularidade da presidente seria afetada, o que ameaçaria sua reeleição.

A pesquisa do Datafolha divulgada nesta sexta-feira, porém, mostrou que a análise dos oposicionistas estava errada. Pelo menos por enquanto, ela é franca favorita a ficar mais quatro anos no Palácio do Planalto. No cenário mais provável, Dilma tem 58% das intenções de voto, o que lhe daria uma tranquila vitória já no primeiro turno. Atrás dela, aparecem a ex-senadora Marina Silva (que ainda tenta viabilizar um partido para disputar as eleições), com 16%, o senador Aécio Neves (PSDB), com 10%, e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, com 6%.

Os dados adversos na macroeconomia não são sentidos pela maior parte da população, principalmente a nova classe média, que concentra o grosso do eleitorado. Para essa camada, que sustenta a popularidade de Dilma, é mais importante a redução dos preços dos produtos da cesta básica, a diminuição da tarifa de luz, a presença da presidente junto aos parentes das vítimas da tragédia de Santa Maria ou sua imagem na televisão ao lado papa Francisco.

“Os eleitores mais pobres que chegaram à classe média ainda conseguem pagar a prestação do carro, o plano de saúde e a mensalidade da escola particular do filho”, analisa um economista ligado ao PSDB. “Nesse cenário, é muito difícil derrotar a Dilma.”

Além da força de Dilma, o PSDB de Aécio também se preocupa com o crescimento de Eduardo Campos. O governador de Pernambuco, praticamente desconhecido fora de seu estado até o início do ano, resolveu testar a viabilidade de sua candidatura. Nas últimas três semanas, ele passou mais tempo em São Paulo, Rio e Brasília do que em Recife. Conseguiu, com essa primeira investida, chegar a 6% das intenções de voto –no limite da margem de erro, está em situação de empate técnico com os 10% de Aécio.

Não foi apenas intenção de voto que Campos tirou do tucano, mas também discurso. Com sua pregação de que “é possível fazer mais” e suas críticas ao inchaço e à lentidão do governo federal, o governador de Pernambuco é quem mais tem aparecido como contraponto a Dilma, embora ainda seja da base do governo. Aécio ainda não conseguiu achar seu espaço e o conteúdo de seus discursos, embora ensaie sua candidatura desde o início de 2011, quando trocou o governo de Minas Gerais pelo Senado.


Por Otávio Cabral
Foto: Reuters

quarta-feira, 13 de março de 2013

Não temos dinheiro para investimentos - diz secretario de finanças

Secretario foi ontem(12) explicar como estão as finanças
O recado do secretário municipal de Finanças, Paulo Galvão, foi claro para os vereadores, na noite de ontem, na Câmara de Jundiaí. Não há dinheiro para investimentos em 2013, portanto, os parlamentares terão que segurar os pedidos para o Executivo.

Mais uma vez, o secretário de Finanças afirmou que o Orçamento para 2013 deverá ficar em R$ 1,39 bilhão em vez do valor de R$ 1,6 bilhão divulgado anteriormente. Com menos dinheiro, a ordem do prefeito Pedro Bigardi (PCdoB) é rever todo o custeio e contratos da administração.

Segundo o secretário, há 6,9% do Orçamento destinado a investimentos. "É um número que vem decrescendo ao longo dos anos." Para diminuir o custeio, há ações sendo colocadas em prática, como a revisão do contrato da Cijun (Companhia de Informática de Jundiaí), que só no passado custou R$ 16 milhões aos cofres públicos. "Estamos revendo a forma de como a empresa fornece serviços e sua contratação."

Na mira da atual administração, também estão os aluguéis pagos pela prefeitura, custo de prestação de serviços da FGV (Fundação Getúlio Vargas) e a realização de georreferenciamento, cujo contrato é de R$ 5,4 milhões, com serviço não concluído. O secretário salientou que não há reserva contingencial para processos em tramitação na Justiça. "Somente no Hospital São Vicente há R$ 161 milhões em dívidas tributárias e trabalhistas em discussão na Justiça." As isenções de multas para o pagamento de tributos atrasados também não terão mais vez. "Não podemos beneficiar o mau pagador."

Os vereadores não entenderam muito bem o que o secretário falou e acabaram polemizando para temas comuns. O pastor Roberto Conde (PRB) queria saber se acabariam as isenções para as igrejas. Paulo Galvão refutou a possibilidade. José Galvão Braga Campos , o Tico (PSDB), também quis saber se a prefeitura estava recorrendo dos processos contra o São Vicente, o que foi confirmado por Galvão.

Mesmo com dinheiro em caixa (R$ 33 milhões), o que preocupa, agora, é a rejeição das contas de 2011 por falta de aplicação dos 25% na Educação. "Sem a aprovação, não conseguimos as certidões para obter empréstimos estaduais e federais", explicou Galvão.

O ex-secretário de Finanças, José Antonio Parimoschi, em recente entrevista, negou irregularidades na sua pasta na gestão anterior. Segundo ele, foram aplicados 25% na educação, ao contrário do que é contestado.

domingo, 10 de março de 2013

Ex-apoiador de Pedro Bigardi faz criticas e avalia novo governo

Após muito tempo com o mesmo grupo no poder, Jundiaí pela primeira vez na história elegeu um prefeito de esquerda. Bigardi fez o então temido e poderoso PSDB de Jundiaí sofrer uma das maiores derrotas de sua história na cidade. PSDB de Jundiaiense, aliás, que segue sem rumo e deverá demorar para se recompor da derrota sofrida. Bigardi veio como alguém em que muitas pessoas, inclusive eu, depositaram grandes esperanças para mudar a cara do governo municipal da cidade.

O problema daqueles sobre quem depositamos nossas esperanças é que temos sempre uma expectativa muito alta, que em geral é frustrada. Escolher uma equipe de secretários e assumir o governo de uma cidade com o tamanho e as complexidades de Jundiaí está longe de ser uma tarefa fácil. Havia prometido para mim mesmo que não avaliaria o novo governo antes de 100 dias e acredito que antes deste período qualquer análise é indevida, incorreta e imprecisa. Porém, tenho ouvido algumas análises e atitudes altamente precipitadas com relação aos novos ocupantes do Paço Municipal.

Acredito que o secretariado escolhido por Pedro deixou muito a desejar. Pastas importantes como Saúde e Educação não podiam ser entregues a políticos profissionais. Todavia, em ambos os casos, nomes técnicos muito competentes foram escolhidos para compor o segundo escalão. Bigardi colocou em secretarias importantes (Casa Civil e Administração) pessoas de sua inteira confiança e a opção pela política do real fez com que Pedro fizesse o que a grande maioria dos eleitos faz: compor politicamente e usar cargos públicos como forma de afagar aliados.

Há muitas pessoas na máquina pública que vieram dos quadros do PCdoB, do PT e dos novos aliados, como, aliás, era de se esperar, mas que não possuem necessariamente competência. Além disso, Bigardi saiu para o ataque contra seu antecessor, algo pouco elegante ao menos que sejam apontadas irregularidades claras que sejam enviadas ao Ministério Público. Tanto Bigardi quanto seus secretários estão blindados e se afastaram da sociedade.

A própria discussão de secretariado foi muito limitada. O governo está ainda muito tímido em oferecer respostas para os problemas da cidade e está tomando pé da situação. Ainda é muito cedo para afirmar que Pedro frustrou as expectativas nele depositadas e que ele faz um mal governo, muito embora eu esperasse muito mais até aqui. Precisamos ficar de olho, mas manter o bom senso e a cabeça no lugar.

RAFAEL ALCADIPANI é professor universitário e jundiaiense. 
Texto original publicado no Jornal de Jundiaí.

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