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quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Obras do parque Jardim do Lago seguem abandonadas.

Obras do Parque Jardim do Lago (que seria semelhante aos demais parques da cidade) estão paradas há quase dois anos. Parque é herança da gestão anterior. 







quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Ex-Presidente do DAE explica o caso da possivel falta d'agua em Jundiaí

Segundo matéria do jornal, podemos ter apenas 25 dias de agua
Água em Jundiaí

Por: Ademir Pedro Victor – diretor-presidente da DAE de 2001 a 2004

Jundiaí é abastecida de água tratada, cuja captação se dá no seu principal manancial: o rio Jundiaí Mirim. Em média, a população da cidade consome 1300 litros de água por segundo. O rio Jundiaí Mirim, durante a estiagem, produz cerca de 300 litros por segundo. MAS POR QUE ENTÃO NUNCA FALTOU ÁGUA EM JUNDIAÍ?

Primeiro, porque a DAE construiu uma represa com o objetivo de regularizar a vazão do rio Jundiaí Mirim, em 1996. Além disso, em 2012, teve o cuidado de duplicar a capacidade de reservação: de 5 bilhões de litros para 12,5 bilhões de litros. Mais que o dobro!

Além disso, para que isso funcione como projetado, a DAE sempre trabalhou em cima de dois pontos: 1. toda e qualquer água de chuva que ocorra durante o ano deve ser reservada e 2. É PRECISO FAZER O BOMBEAMENTO DO RIO ATIBAIA (conforme outorga concedida pelo Estado para atender o abastecimento da cidade).

NÃO CONSEGUIRÍAMOS SOBREVIVER SEM A COMPLEMENTAÇÃO DO RIO ATIBAIA. O número de meses em que se deve ligar as bombas depende muito do regime de chuva. Por isso, é preciso, sempre, ficar atento ao nível da represa, à previsão meteorológica e às médias de chuvas mensais, em um estreito relacionamento com o Comitê de Bacias e com a Sabesp, que monitora o Sistema Cantareira.

FOI ASSIM QUE JUNDIAÍ FOI RECONHECIDA, PELA ONG TRATA BRASIL, COMO A MELHOR CIDADE EM SANEAMENTO BÁSICO (ÁGUA E ESGOTO) DO PAÍS.

Muito se fala sobre o governo do PSDB ter garantido água para Jundiaí por várias décadas. Mas como entender esta conta?

A afirmação de que dispomos de capacidade hídrica para atender Jundiaí por várias décadas não é mero jogo de palavras ou achismo. É resultado de dados estatísticos e cálculos matemáticos.

Mantidas as taxas atuais de crescimento populacional, Jundiaí terá, em 2050, 680.000 habitantes.

Hoje, a disponibilidade hídrica máxima de que dispomos é de 2650 litros por segundo.

Ou seja: se hoje, com 370.000 habitantes, consumimos 1300 litros por segundo, em 2050, mantidas as características de consumo, chegaremos a 2399 litros por segundo. 

ASSIM, PODEMOS DIZER QUE HÁ CONDIÇÕES DE TER ÁGUA PARA AS PRÓXIMAS DÉCADAS, MANTENDO-SE A QUALIDADE DE VIDA, DESDE QUE TENHAMOS COMPETÊNCIA PARA OPERAR AS ESTRUTURAS QUE CONSEGUIMOS CONSTRUIR.

terça-feira, 7 de maio de 2013

O que é (e o que não é) sustentabilidade - por Oded Grajew


Dados científicos mostram que o atual modelo de desenvolvimento é insustentável e ameaça a sobrevivência humana.

Embora em voga, o conceito de sustentabilidade ainda é pouco compreendido tanto por quem fala sobre ele quanto por quem o ouve.

Nos últimos anos, intensificou-se a discussão a respeito do aquecimento global e do esgotamento dos recursos naturais. São preocupações legítimas e inquestionáveis, mas que geraram distorção no significadode sustentabilidade, restringindo-o às questões ambientais. Não é só isso.

Oded Grajew
A sustentabilidade está diretamente associada aos processos que podem se manter e melhorar ao longo do tempo. A insustentabilidade comanda processos que se esgotam. E isso depende não apenas das questões ambientais. São igualmente fundamentais os aspectos sociais, econômicos, políticos e culturais.

A sustentabilidade e a insustentabilidade se tornam claras quando traduzidas em situações práticas.

Esgotar recursos naturais não é sustentável. Reciclar e evitar desperdícios é sustentável.

Corrupção é insustentável. Ética é sustentável. Violência é insustentável. Paz é sustentável.

Desigualdade é insustentável. Justiça social é sustentável. Baixos indicadores educacionais são insustentáveis. Educação de qualidade para todos é sustentável.

Ditadura e autoritarismo são insustentáveis. Democracia é sustentável. Trabalho escravo e desemprego são insustentáveis. Trabalho decente para todos é sustentável.

Poluição é insustentável. Ar e águas limpos são sustentáveis. Encher as cidades de carros é insustentável. Transporte coletivo e de bicicletas é sustentável.

Solidariedade é sustentável. Individualismo é insustentável.
Cidade comandada pela especulação imobiliária é insustentável. Cidade planejada para que cada habitante tenha moradia digna, trabalho, serviços e equipamentos públicos por perto é sustentável.

Sociedade que maltrata crianças, idosos e deficientes não é sustentável. Sociedade que cuida de todos é sustentável.

Dados científicos mostram que o atual modelo de desenvolvimento é insustentável e ameaça a sobrevivência inclusive da espécie humana.
Provas não faltam. Destruímos quase a metade das grandes florestas do planeta, que são os pulmões do mundo. Liberamos imensa quantidade de dióxido de carbono e outros gases causadores de efeito estufa, num ciclo de aquecimento global e instabilidades climáticas.

Temos solapado a fertilidade do solo e sua capacidade de sustentar a vida: 65% da terra cultivada foram perdidos e 15% estão em processo de desertificação.

Cerca de 50 mil espécies de plantas e animais desaparecem todos os anos e, em sua maior parte, em decorrência de atividades humanas.

Produzimos uma sociedade planetária escandalosa e crescentemente desigual: 1.195 bilionários valem, juntos, US$ 4,4 trilhões --ou seja, quase o dobro da renda anual dos 50% mais pobres. O 1% de mais ricos da humanidade recebe o mesmo que os 57% mais pobres.

Os gastos militares anuais passam de US$ 1,5 trilhão, o equivalente a 66% da renda anual dos 50% mais pobres.

Esse cenário pouco animador mostra a necessidade de um modelo de desenvolvimento sustentável. Cabe a nós torná-lo possível e viável.

ODED GRAJEW, 68, empresário, é coordenador da secretaria executiva da Rede Nossa São Paulo e presidente emérito do Instituto Ethos. É idealizador do Fórum Social Mundial

terça-feira, 30 de abril de 2013

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Peama disponibiliza carrinhos de bebê para aluguel no Parque da Cidade.

Parque da Cidade Jundiaí
Aluguel de carrinhos está em fase de testes.
Ação foi sugerida pelos próprios visitantes.


O Programa de Esportes e Atividades Motoras Adaptadas (Peama), responsável pelo aluguel de bicicletas no Parque da Cidade, agora disponibiliza carrinhos de bebê.

De acordo com Wagner Neves, coordenador do aluguel, a nova opção foi sugerida pelos próprios visitantes. “Como estamos em fase de teste, por enquanto temos dez unidades, alugadas a R$ 5 a hora”, explica. “Mas esse número pode aumentar, caso a iniciativa dê certo”, explica.

Em outubro de 2011, quando o espaço do Peama mudou e ficou ao lado da administração do Parque, novas bicicletas foram adquiridas para atender à crescente demanda por parte dos frequentadores do Parque e da Ciclovia. Atualmente são 120 bikes em diversos tamanhos, destinados aos públicos masculino, feminino e infantil. A previsão é que até outubro o número aumente para 150 e, até o final do ano, para 200.

O horário de funcionamento do aluguel de bicicletas e de carrinhos é das 9h30 às 17h, sempre aos finais de semana e feriados.

O Peama é sediado no Conjunto Poliesportivo Dr. Nicolino de Lucca (Bolão), na rua Rodrigo Soares de Oliveira, s/nº, Anhangabaú.

Informações: Prefeitura de Jundiaí
Foto: Divulgação

domingo, 5 de agosto de 2012

Ong's organizam manifesto por melhorias na causa animal.

Muita gente com seus cães acompanhando o protesto.
Cerca de 200 pessoas se reuniram na avenida 9 de Julho neste domingo(05) para reivindicar melhorias na estrutura de suas Ong's. Segundo uma organizadora da União Internacional Protetora dos Animais(UIPA) eles estão em Jundiaí há mais de 20 anos, atualmente contam com quase 700 cachorros e somente em 2008 conseguiram um repasse de verba da prefeitura de 5 mil reais por mês . No entanto, a associação gasta em torno de 20 mil reais ou mais com ração, vacinas e serviços veterinários, como cirurgias, castração, etc.

Brincadeira para cães treinados.
Clique nas imagens para ampliar
Em parceria com outras Ong's (SOS animais e Orfangato) eles clamam por apoio e melhores condições de trabalho para continuarem  recolhendo os animais abandonados da Cidade.

Segundo eles, o (Cobema)Coordenadoria de Saúde e Bem-Estar Animal, não recolhe mais os animais abandonados da Cidade e muitas vezes encaminham este serviço para as Ong's, e reforçam que o órgão da prefeitura tem uma infraestrutura maior e mais recursos para fazer o serviço, possuem uma chácara com veterinários e pessoas especializadas, mas mesmo assim existem casos de animais morrendo e/ou abandonados pelas ruas.


"Hoje a guarda municipal me ligou para resgatar-mos um  Rottweiler abandonado na região da Vila Maringá e mesmo sendo domingo temos que ajudar, pois a prefeitura não está mais fazendo este trabalho, precisamos de ajuda urgente." - contou uma representante da Ong. SOS Animais.

As perguntas feitas por eles são diversas, questionam a real função do COBEMA e querem saber por que não estão resgatando os animais abandonados pela Cidade e estão repassando  este serviço as Ong's, que já estão esgotadas com tantos animais chegando.

Do alto do viaduto as pessoas acompanhavam o manifesto.

Alguns candidatos a vereador e a prefeito aproveitaram a oportunidade para pedir votos e mostrar apoio aos manifestantes. 

O Blog Jovem Jundiaiense quer saber até onde essas informações estão corretas e queremos saber por que não estão recolhendo os animais abandonados como disseram os manifestantes.

terça-feira, 31 de julho de 2012

Candidatos Jundiaienses assinam compromisso com o programa Cidades Sustentáveis.

Prof° Oded Grajew  apresentando o programa aos convidados.
Cerca de 120 pessoas presenciaram na noite desta segunda feira(30) a assinatura da carta compromisso com o programa Cidades Sustentáveis. Todos os candidatos a prefeito estavam presentes e assinaram a carta (menos o candidato do PTN Ibis Cruz, que se exaltou ao ouvir mais sobre o programa e classificou como demagógico e poético).

O projeto e as metas foram apresentadas por Oded Grajew  membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES) da Presidência da República,  fundador do Movimento Nossa São Paulo e Fundador do programa Cidades Sustentáveis.

Grajew destacou a importância de Jundiaí para o cenário nacional e enfatizou que o Brasil está de olho em nossa Cidade, por todas as qualidades que ela oferece. O programa Cidades sustentáveis oferece aos candidatos uma agenda completa de sustentabilidade, associada a indicadores, com isso, o candidato eleito deverá cumprir com as suas promessas de campanha e também com as metas do programa. Assim que for eleito o novo prefeito terá 180 dias para apresentar o plano de governo de acordo com as metas do programa para que toda a população tenha conhecimento do que será feito nos 4 anos de mandato, além de audiências públicas para prestação de contas.

Ao final da apresentação os candidatos assinaram a carta compromisso, receberam o manual com todas as metas e fizeram suas falas de agradecimento e comprometimento com o programa.

(Dr.Claudio Miranda já tinha assinado em outra ocasião e em seu lugar veio a candidata a vice, Fátima Giassetti).

Discussão no final...


Ao final do evento, uma participante da platéia pediu permissão para falar e criticou a fala do Sr.Oded. Ela disse que Oded estava "puxando a sardinha" para o governo local ao fazer elogios a Cidade, também duvidou da imparcialidade do Programa. Como resposta o convidado apenas disse em bom tom e muito calmamente que o programa é 100% apartidário e não teria o por que dele querer promover ninguém.

Oded mora no Rio de Janeiro e se disponibilizou a vir até nossa Cidade apenas para apresentar o programa.

terça-feira, 24 de julho de 2012

Candidatos a prefeito são convidados para assinar programa de sustentabilidade.

De volta a Jundiaí, o Programa Cidades Sustentáveis será apresentado para todos os postulantes ao cargo máximo do Executivo Jundiaiense. O local escolhido foi o auditório da ACE(Associação comercial de Jundiaí) e todos os candidatos já foram comunicados (via telefone) e confirmaram presença!

Com iniciativa da #Confraria Politica (grupo formado por pessoas ligadas a partidos e neutras) empresas privadas, ACE, LIJUNES(Liga Jundiaiense das escolas de Samba) e agentes da sociedade civil, o evento promete ser um passo adiante em relação a Cidadania e participação popular na Cidade, uma ação efetiva que vai contribuir e muito para o futuro de Jundiaí.

Os convites de assinaturas serão protocolados e encaminhados aos candidatos assim como aos presidentes de partidos e seus coligados. 

São grandes os desafios e, para sermos exitosos em ações que contribuam com a sustentabilidade, será necessário o envolvimento de cidadãos, organizações sociais, empresas e governos, portanto compareçam!

|Como representante do programa, teremos a presença de Oded Grajew, fundador do movimento nossa São Paulo.|

As cidades participantes ganharão visibilidade em materiais de divulgação e na mídia, terão acesso a informações estratégicas e trocarão experiências com outras cidades, além de fazerem parte de um movimento inédito no Brasil que representa um passo a mais no processo de construção de cidades mais justas, democráticas e sustentáveis.

Nossa ideia é que os candidatos adotem a Plataforma e assumam os compromissos, além do mais, serve para que os eleitores valorizem os candidatos comprometidos com o Programa Cidades Sustentáveis.

Para conhecer mais sobre o programa Cidades Sustentáveis Clique aqui ou acesse: www.cidadessustentaveis.org.br

O evento será na Associação Comercial de Jundiaí na segunda feira(30) as 19:30.
Rua Rangel Pestana N°533
Edifico Palácio do Comércio - Centro Jundiaí.
CEP: 13201-903
Fone:(11)3308.4300
Entrada franca.

terça-feira, 3 de julho de 2012

Debates no Facebook, um comentário que merece ser curtido.

Após algumas postagem no Facebook por esses dias, como de costume estávamos debatendo assuntos relevantes para o bem estar da Cidade, e o assunto levantado dessa vez foram Ciclovias, diversas opiniões, algumas divergentes é claro e uma delas me chamou a atenção. 
Um grande comentário, coerente, inteligente e bem realista do participante Paulo Novelli. 
O grupo do Facebook na qual surgiu esse debate se chama "Sim, Jundiaí pode melhorar" 




Segue o comentário na integra:

-Oi pessoal, eu tava dormindo enquanto esse papo bacana de vocês rolava... coisa da idade acho eu, enfim, vou tentar pedalar e alcançar vocês.

O meu amigo (posso te chamar assim acho eu?) Josue Danich botou meu nome nessa corrente de comentários. De primeira, achei que tinha sido ato falho, mas depois fiquei na dúvida. Mas debate é debate, e se me chamam, falo até do chuchu! Josue volte nesse papo nosso em outra oportunidade.

O papo foi muito bom,e pra fazer jus, li todos hoje de manhã, enaquanto comia banana com aveia e iogurte.

Vou contribuir com aquilo que eu acredito ficou fora do debate de vocês:

1-Ciclismo em Jundiaí: na real, isso vai ser meio de transporte ou lazer? Do que eu vejo hoje nas ruas: para os pobres, meio de transporte, durante a semana, COMPETINDO com os malucos dos motoristas de Jundiaí, por um espaço que eles não tem, muito provavelmente porque não tem dindin pra pagar o "buzão"; mas isso é só palpite, não fiz pesquisa quanti sobre isso ok.

No fim de semana: gente bonita, usando a última moda da nike ou adidas, óculos de sol bacana rayban, bikes de última geração, famílias lindas, pessoal da cet em peso pra te ferrar motorista se você avança um milímetro da faixa de pedestre (o que tá mais é certo, mas só no fim de semana???).

Então aqui meu senão é sociológico: Jundiaiense, neste quesito, é elitista, durante a semana quer o sedãsão, a SUVzona, pra cima e pra baixo nesses morros de Deus. E se vê um sujeito na magrela no meio fio, roga uma praga. Preconceituoso, eu? Não senhores, realista.

2-Educação no trânsito: parece até irônico botar as palavras juntas na mesma frase! Tem umas coisinhas que não entram na minha cachola dura e velha:

a) quando a prefeitura colocou esses radares de velocidade (apoio totalmente), por que tirou os de semáforo??? Alguém aqui vai negar que o jundiaiense é terrível nesse quesito? Passa no vermelho como se fosse um convite; tem um prédio na Barão de Tefé (alto padrão, é claro) que os moradores saem e dão de frente com um semáforo que é CONTRAMÃO pra eles; o que eles fazem: vão na contramão mesmo, e NO VERDE PRA QUEM DESCE. Pode?

b) onde está um agente da cet quando o trânsito precisa? Pequeno exemplo: ontem, domingão preguiçoso, passava eu pela Av. S. João, na POnte. Tinha um sujeito, folgado, parado bem embaixo de uma placa de pribido parar; pois não é que apareceu uma viatura da cet, ligou a sirene e fez o cara tirar o carro? Pois é, durante a semana, quando aquilo é um inferno, cadê esse povo? Quem deve gostar é o capeta.

3-Onde a gente mora mesmo?: falaram bonito, citaram Amsterdã, Sao Franciso, Londres. Disseram que topografia não é importante. Afirmaram que ciclovia é política pública. Ok:

a) Bom, eu moro aqui na cidade; andar de bike por aqui não é nada fácil MESMO (quem disser o contrário, nunca foi na ciclovia do parque da cidade pegar aquela puta subida), mas acho que ainda assim o povo ia aderir, DEPOIS DE UM LONGO TEMPO. Mas cidadãos, parem com esse papo: se não restringir o carro, o sujeito não vai pra bike, nem pra salvar o planeta (exceção dos muito conscientizados ambientalmente, dos que gostam do esporte). Aqui não é cultural, cultural aqui é CARAS: sempre do bom, do melhor e do que aparece e é mais chic. Na China usam a bike porque a maioria não tem carro, e sobre a China acho que dá pra por um ponto.

b) Pé no chão, realidade: tem gente muito mais necessitada nessa cidade do que essa parcela que clama pela ciclovia. Afinal, alguém já foi andar de bike lá na Vila Aparecida? Não? E por que: muito morro, ou outra razão que eu nem consigo imaginar???

Agradeço o convite e espero ter contribuído.


Paulo Novelli.
Para entrar em contato com o autor mande um email para: paulonovelli@facebook.com.

Uma ressalva, eu Jones Henrique, editor deste Blog, não conheço pessoalmente o autor deste texto e tive autorização do próprio para fazer a reprodução deste no Blog Jovem Jundiaiense.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Projeto de lei cria revolta entre religiões de matrizes africanas.

A noite da última quarta-feira(30) foi marcada pela  realização da 33ª Audiência Pública na Câmara Municipal de Jundiaí, para discussão do Projeto de Lei 10.974/2011 de autoria do Vereador Val.

O projeto, que veda uma série de atividades poluidoras na Reserva Biológica da Serra do Japi, como desmatar, abandonar restos de bebidas e alimentos, acender fogueiras, soltar fogos, matar e maltratar animais, entre outras, gerou muita polêmica e debate.
Casa de Leis lotada para audiência publica.

Muitos representantes de religiões de matrizes africanas(Umbanda, Candomblé entre outras) acusaram o Vereador Val de estar atacando a liberdade de culto religioso e pediram para que o edil retirasse o projeto da pauta da casa.

Segundo o vereador autor do projeto o projeto é de cunho ecológico, que visa proteger o meio ambiente, visando proteger a Reserva Biológica da Serra do Japi e também os animais que ali vivem. A liberdade de culto já é assegurada pela nossa Constituição - disse Val. 

"Respeito muito todas as religiões. Porém entendo que não podemos deixar restos de alimentos, bebidas e outras espécies de lixo na Serra do Japi, pois isso gera poluição e destruição da fauna e da flora. Estou aberto ao diálogo. Os cidadãos que se sentirem prejudicados com o projeto podem me procurar, pois desejo conversar e mostrar a cada um o conteúdo da lei. Não há nada que impeça a prática religiosa de qualquer culto”.

Abaixo copiamos os itens presentes no projeto de Lei que está causando polemica em nossa Cidade:

  • enjeitar, dispensar ou depositar lixo e materiais inservíveis de qualquer natureza, combustíveis, comburentes e materiais inflamáveis de qualquer espécie, em qualquer volume ou quantidade; 
  • abandonar, embalados ou não, restos de alimentos e/ou bebidas de qualquer espécie, em qualquer volume ou quantidade;III – acender fogueiras ou outras formas assemelhadas, que possam provocar incêndios, bem como deixá-las consumir-se, sem as apagar;
  • soltar fogos de artifício; 
  • caçar animais e aves silvestres; 
  • provocar a mortandade, maltratar ou praticar atos de crueldade contra animais, silvestres, domésticos ou domesticados; 
  • desmatar;  poluir; aterrar, drenar, desviar curso natural ou represar águas; escavar, construir aterros ou terraplenar; empreender ou promover qualquer atividade degradadora da fauna, da flora ou do meio ambiente. 
Para ver a versão original do documento clique aqui.

O projeto voltará a pauta da Câmara Municipal no próximo dia 12/06, mas Val já adiantou que, se necessário, poderá pedir novo adiamento da votação.

Foto: Assessoria do Val.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

#Confraria politica - Cidades sustentaveis

Após a desfiliação de vários membros do PSDB, inclusive este que vos escreve, resolvemos formar um grupo chamado Confraria Politica, onde em parceria com o BLOG JOVEM JUNDIAIENSE iremos discutir assuntos da Cidade com aqueles que gostariam de governa-la e claro com os demais agentes da sociedade. Após uma conversa de bar ente alguns membros da confraria, decidimos criar nosso primeiro evento pela Cidade, onde iremos convidar todos os candidatos de todos os partidos políticos a assinarem a carta compromisso do programa Cidades sustentáveis.

(clique AQUI para saber do que se trata)

Este evento foi trazido a nossa Cidade através dos Jovens tucanos e o PSDB (partido que governa atualmente)já se pronunciou como um dos assinantes da carta compromisso, porém ainda não o fizeram porque não foi definido o seu candidato a Prefeito.

Iremos convidar todos os candidatos, por enquanto temos:

PSDB - Indefinido
Pedro Bigardi - PC do B
Val - PV
Paulo Sergio Martins - PPS
Adilton Garcia - PPL
Vanderlei Victorino - PSOL
Fátima Giasseti - PSB
Durval Orlato - PT
Claudio Miranda - PMDB

Se faltou algum, iremos acrescentar e pedimos antecipadamente as mais sinceras desculpas.

Com a assinatura da carta compromisso do programa Cidades sustentaveis, eles se comprometem a cumprirem um conjunto de ações criadas pelo movimento relacionadas a sustentabilidade.
O programa é complementado por uma campanha que tenta sensibilizar os eleitores a escolher a sustentabilidade como critério de voto e os candidatos a adotar a agenda da sustentabilidade.

Iremos convida-los e aproveitaremos para explicar o programa e se possível sanar todas as duvidas que os candidatos ao cargo máximo do executivo possam ter.

Será que todos assinarão, será que todos são a favor da sustentabilidade e assumem este tipo de compromisso com a Cidade.

Veremos o que vai acontecer, nós da confraria e do Blog ACREDITAMOS que todos irão assinar a carta compromisso.

Já conversamos com dois candidatos e estes se mostraram bastante empolgados com a ideia.

quarta-feira, 7 de março de 2012

Consulta publica sobre a Serra do Japi.

População, políticos e simpatizantes  lotaram a câmara mais uma vez.
Era pra ser algo muito bonito, sem politicagem, com pessoas interessadas de verdade na Serra do Japi, mas logo a consulta publica realizada nesta terça feira(06/03) se transformou em um debate politico regado a vaias e protestos.

Começou com uma boa explicação do secretario Jaderson Spina(meio ambiente) que tentou explicar o que muita gente já sabe a anos, que a serra está sim preservada. Spina apresentou documentos e fez uma ótima apresentação mostrando que nosso maior patrimônio passa longe dessa tal especulação imobiliária fazendo que muitas pessoas o aplaudissem durante esta apresentação.

Logo após sua fala foi a vez publico se pronunciar, todos brigando pelo mesmo ideal, que é a preservação da serra. O que estragou (como sempre) foram alguns futuros candidatos a vereador que foram apenas para tumultuar e provocar a população com mentiras e tornando a tribuna da câmara em um palanque politico.

Eu gostaria de ter falado na tribuna, mas um erro meu, fez com que eu trocasse os papeis e assinei apenas o papel de presença e não o de falar na tribuna.

Mas direi por aqui o que eu gostaria de ter dito na tribuna:

 Meus amigos, meu compromisso com este blog é sempre com a verdade, já critiquei e já elogiei o governo municipal e demais políticos da Cidade, porém o que vejo nesse assunto da Serra, é muita especulação e falta de compromisso com a verdade por parte de alguns politicos da Cidade quando dizem ter hoteis e spas, além de condomínios e outras coisas na serra, pois bem, eu convido todos esses politicos(alguns que eu respeito e admiro muito como o Deputado estadual Pedro Bigardi) a ir comigo lá na Serra e fotografamos tais empreendimentos, para assim fazermos uma super matéria aqui no Blog e arrepiarmos de divulgar, afinal sou contra qualquer construção naquele local. Não vou vaia-lo pela sua posição, apenas quero ajudar ele a denunciar, convidando ele e sua assessoria a ir até lá.

Algumas pessoas más intencionadas, tem aderido a Serra como causa politica, saibam pessoal que eles nunca foram na Serra do Japi, e inventam tanto.

Quando dizem que a serra está sendo vendida, não atingimos somente o prefeito e secretários, mas também todas as pessoas responsaveis que tanto trabalham no Japi, como membros de ong's, pesquisadores, guardas florestais e demais agentes que zelam pelo bem estar da Serra e não permitem que nada de errado aconteça com ela. Sou favorável a lei de congelamento, porém com um detalhe, que ela seja infinita e não apenas de 5 anos como está sendo feita.

O vereador Durval Orlato falou algo muito interessante hoje na tribuna, disse que dentro da Serra nada pode ser construído, pois já é tombado como patrimonio historico, e a discussão é sobre o entorno da Serra do Japi, que contem alguns lotes irregulares com placas inseridas pela propria prefeitura, isso deve ser analisado e cobrado atitudes o quanto antes.

Para finalizar, gostaria apenas de reforçar o meu pedido, que nossa Serra seja preservada e que aja estimulo para as pessoas visitarem o local, sempre com guias e guardas presentes, mas que não fosse proibido a entrada. Muitas pessoas de bem amam a serra e a natureza, tenho certeza que se houver um programa de incentivo por parte dos poderes públicos, poderemos visitar a serra com frequência e fazer com que nós a preservemos e não apenas deixemos tudo nas mãos da prefeitura.

Pessoal, continuem acreditando, mas não se deixem levar por políticos independente o partido.
Acreditem nos seus ideais, mas sempre pesquisando a verdade e não acreditando em tudo o que dizem por aí, principalmente em relação a Serra, pois como vimos hoje, nosso patrimônio está preservado, só nos resta saber por quanto tempo, briguemos para que seja eternamente.

domingo, 4 de março de 2012

Manifestação pacifica na Serra do Japi.

Placa da prefeitura avisando que em breve será reaberto.
O domingo (04) começou com um protesto pacifico na Serra do Japi. Alguns manifestantes querem a abertura da cachoeira de Morungaba, localizada dentro da Serra e que permanece fechada por falta de segurança e também por alguns indivíduos abusando do espaço para promover festas e usar drogas.

Cerca de 30 pessoas participaram do ato, entre ciclistas, pedestres e pessoas de carro ou moto. A guarda municipal e a policia ambiental(PM) marcaram presença, mas não impediu a entrada dos jovens que querem a abertura do local para visitação.

"Tudo o que queremos é apenas a abertura do espaço para utilização da população, tudo monitorado e com a presença da guarda municipal ou demais autoridades, este é um patrimônio publico e gostaríamos de usufruir, sempre com muito cuidado e respeito ao meio ambiente" disse Fabio Storari, presente na manifestação.

A policia estava presente,
mas não foi acionada em momento algum
O comandante da guarda municipal esteve no local e sanou muitas duvidas dos jovens, através de conversa saudável. Uma vizinha da cachoeira que é CONTRA a abertura do local, disse que concordaria se o poder publico mantivesse a fiscalização permanente no local: "A algum tempo atrás, antes da prefeitura proibir a entrada, poderíamos ver muita gente frequentando o local, deixavam tudo sujo, nadavam sem nenhum tipo de cuidado, inclusive 3 pessoas já morreram aqui por imprudência, além do mais, usavam drogas e consumiam álcool sem nenhum tipo de fiscalização, se for para abrir novamente que aja um trabalho especifico da prefeitura" concluiu a moradora.

Após um clima amistoso entre os manifestantes e o comando da GM, algumas pessoas(autorizadas pela guarda municipal) entraram na água e comemoraram a "vitoria" e comentaram satisfeitos a  possível reabertura do local o quanto antes. Foi criado uma especie de abaixo assinado e este será entregue ao prefeito assim que conseguirem um bom numero de assinaturas.

Lembrando que todo o perímetro percorrido por mim, tanto de carro como a pé e dentro do local da cachoeira, estava muito limpo, com o mato baixo e sem nenhuma sujeira. Esperamos que após a abertura para a população(caso aconteça), continue com o mesmo aspecto, tudo limpo e preservado.


Segue mais algumas imagens do local e dos manifestantes....



Muito bonito o local.






Clima de amizade entre os manifestantes, sem faixas, criticas ou qualquer tipo de brigas.
Muito calor e cachoeira limpa, quem não gosta??

Estaremos de olho nesse caso.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Criadora do"Orfangato e o AsiloCão" pode ser despejada.

Há cerca de 13 anos, uma publicitaria jundiaiense decidiu ajudar os animais abandonados em sua própria casa, a maneira que ela encontrou de ajudar foi adotando todos. Atualmente Valéria Bianchi Siqueira cuida de 58 gatos e 3 cães abandonados, mas infelizmente ela e todos os animais terão até o dia 01/03/2012 para deixar o local.

"O proprietário pediu o imóvel e teremos que sair. Com isso, temo que não encontre quem os abrigue provisoriamente até que o espaço que estou construindo fique pronto", conta a publicitária. O problema, segundo ela, é que falta muito para que este espaço - um terreno de 400 m², fique pronto. "É um barracão de 90 metros quadrados e infelizmente não tenho verba para concluir a obra até o dia 1º de março. Com isso, temo pela vida dos bichos, que cuido com tanto carinho."

Ela pretende construir um local apropriado para todos os animais no terreno que está construindo sua casa, mas ela calcula que ainda falte cerca de 20 mil reais para concluir as obras.Segundo ela o muro e a base do barracão já estão prontos. Faltam o piso, as telas, o portão e o telhado.  Por mês, a publicitária gasta em torno de R$ 2 mil com ração, consultas veterinárias e medicamentos. - tudo do próprio bolso comenta.
Valéria frisa que há muitas formas de colaborar com o término do espaço. "É possível fazer doações em dinheiro, em material de construção e até de mão de obra, nos mutirões que acontecem nos fins de semana."
Valéria teme pela vida dos animais.
Quem quiser colaborar ou visitar o local pode entrar em contato pelos telefones (11) 3446-9181 ou 9859-3087 ou pelo e-mail osfilhosdaval@hotmail.com. Doações em dinheiro podem ser feitas diretamente na Caixa Econômica Federal, agência 2209 - operação 013, conta poupança 00048183-5, no nome de Valéria Bianchi Siqueira. "Quem quiser fazer doações de material de construção pode me ligar que vou até o local retirar."

Apesar do esforço para que cada animal seja adotado (boa parte é vítima de maus-tratos e abandono), muitos acabam ficando com Valéria por já terem idade avançada, ou por não serem escolhidos para viver em um novo lar.

Alguns trechos desta matéria foi copiado do Jornal de Jundiaí.

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Lei proíbe construções na Serra do Japi por Cinco anos!!!

Duas onças descansam na Serra do Japi - Casa delas!!
Um novo projeto de lei criada pelo prefeito municipal Miguel Haddad(PSDB) proíbe qualquer construção na Serra do Japi pelos próximos 5 anos.O projeto será enviado aos vereadores para votação na câmara. O anuncio foi feito hoje em primeira pelo Ex-Vice Prefeito Luiz Fernando Machado e atual deputado Federal, pelo Secretario do meio Ambiente e planejamento Jaderson Spina e também pelo secretario de Finanças José Antonio Parimosch.

Esse anuncio acaba com todas as especulações criadas pela oposição Jundiaiense que afirmava que a Serra do Japi teria hotéis e condomínios, pois bem, tudo intriga.

Há anos membros do PC do B, PT e outros partidos de oposição, plantam a informação e dizem proteger a Serra, dando a entender que nosso maior patrimônio estaria abandonado, como sempre, mais uma armação deles para alcançar o poder plantando mentiras. Era frequentador assíduo da Serra, gostava de ir lá andar de bicicleta e tirar fotos, e percebia e ainda percebo que a segurança reforçada continua forte, guardas municipais por todos os lados, locais de acesso limitado e o melhor, nenhum sinal de construções ou desmatamento.
Serra do Japi está protegida e politico algum pode mudar isso
Nossa Serra está protegida, essa nova lei permite isso,  todos podemos ficar tranquilos pois o nosso maior patrimônio não será invadido por ninguém.

Contrario do que pretende fazer nosso Deputado Estadual Pedro Bigardi que criou um projeto de Lei para transformar a Serra em um parque estadual e para isso a prefeitura municipal perderia o direito de proteger a Serra e passaria a ser do Estado, causando o desapropriamento total da área, e sendo fiscalizada por agentes do governo estadual.

Hoje, nossa Serra do Japi está mais protegida do que a 50 anos. Nosso Deputado Bigardi faz da Serra, uma bandeira política, aproveitando que a opinião pública hoje está, felizmente, muito sensível com o tema da preservação ambiental. Não há novos empreendimentos na Serra. Especular que haveria no futuro é uma demagogia. É muito importante que nós, jovens, tomemos os fatos, não somente os argumentos, para decidirmos nossa opinião.

A Serra do Japi está preservada. Tenho vergonha de políticos irresponsáveis, incapazes de reconhecerem avanços e fazer propostas concretas.

Segue nota do Site da Prefeitura Municipal de Jundiaí, falando desse assunto:

 http://www2.jundiai.sp.gov.br/?p=24497

terça-feira, 20 de setembro de 2011

22/09 - Comemora-se o dia mundial sem carro!Saiba mais sobre isso..‏

22 de Set - dia MUNDIAL sem carro
Dia 22 de setembro é comemorado o dia mundial sem carro, mas o que seria isso?!
Trata-se de um manifesto/reflexão sobre os gigantescos problemas causados pelo uso intenso de automóveis como forma de deslocamento, sobretudo nos grandes centros urbanos, e um convite ao uso de meios de transporte sustentáveis - entre os quais se destaca a bicicleta.

Pensando nisso o Engenheiro formado pela Poli (USP) e especializado em transportes, Marcio Nigro irá anunciar nesta semana uma experiência para gerar dinheiro e, ao mesmo tempo, deixar as cidades menos congestionadas e poluídas.

Vejam trechos de uma matéria publicada na Folha onde explica melhor o projeto.!

Por GILBERTO DIMENSTEIN
Objetivo: transformar cada dono de automóvel num pequeno empresário, capaz de assegurar uma renda extra mensalmente. "Estou experimentando um jeito de estimular as pessoas a colaborar em questões ambientais e ainda colocar dinheiro no bolso", afirma Marcio Nigro.

Há algum tempo, ele montou um projeto, chamado Caronetas, de estímulo ao compartilhamento de automóveis entre funcionários das empresas; na cidade de São Paulo, já há 700 empresas cadastradas.

Desenvolveu, então, um sistema, patenteado na Suíça, de milhagens para quem compartilha seu veículo, oferecendo pontos para a aquisição de produtos (de passagem de avião a gasolina, passando por comida).
Quem vai de carona deposita um valor no sistema de milhagens. Pela tela do com putador, são conhecidos os trajetos dos motoristas. É possível ver a lista, por exemplo, das pessoas que vão ao aeroporto em determinado horário.

Estão em discussão não apenas o carro e as cidades mas como será o consumo no futuro. Compartilhar será tão importante como ter.

Pega?
Na resposta a essa pergunta, está o futuro das cidades e do nosso modo de viver nelas, pondo em discussão decisões, como a realizada na semana passada pelo governo brasileiro, de estimular a produção de automóveis.

O que você acha disso, será que esse método de compartilhamento daria certo em Jundiaí?
Comente, e de sua opinião sobre isso!

domingo, 4 de setembro de 2011

Ciclofaixa da Av.Luiz Latorre inaugurada.

Ciclofaixa é inaugurada para alegria dos Ciclistas
Foi inaugurada na manhã deste domingo(04) a tão esperada Ciclofaixa da Av.Luiz Latorre com Av.União dos Ferroviários. Com um grande publico, pude perceber que a segurança dos ciclistas foi tratada com prioridade neste dia. A Ciclofaixa foi completamente marcada por cones durante toda a via, os carros são instruídos a não ultrapassarem os 40Kh e muitos agentes de transito, Samu, e policiais militares (de bicicleta) garantiram que tudo ocorresse bem.

Percebi também a satisfação das pessoas que lá estavam com suas bikes, conversando com um Ciclista que levou o filho para aprender a andar de bicicleta na avenida, ele me confessou que esta foi uma excelente ideia e que a prefeitura deve continuar investindo em mais ciclovias em outras regiões da Cidade, pois ele mora na Agapeama e veio de carro até certo ponto para curtir a avenida, - deixando transparecer a satisfação pelos serviços ali prestados.

Notei também que em alguns locais, existem barracas de apoio aos ciclistas, prestando possíveis manutenções em suas bicicletas, além de primeiros socorros.

Em breve estará pronta uma nova ciclovia em Jundiai, desta vez ligando os parques Jardim Botânico e o Parque da Cidade.

Imagem do Jornal Bom Dia Jundiai.Clique para ampliar.
A ciclofaixa será com certeza um sucesso, porém
acreditamos que deveria ser até as 17:00hs. Muita gente gosta de andar de bicicleta no final da tarde e vai ser meio complicado pedir para as pessoas saírem da ciclofaixa as 13:00,  esse numero de usuários irá aumentar constantemente nos próximos finais de semana e os pedidos para estender o horário também.

Lembrando que a Ciclofaixa irá funcionar a principio das 08:00 as 13:00 apenas aos domingos.


quinta-feira, 2 de junho de 2011

Ecobus - Projeto de educação ambiental itinerante nos bairros

Caminhando hoje pela região central da cidade, me deparei com um ônibus verde no meio da praça da matriz, fui verificar o que era, e se tratava do projeto ECOBUS (Projeto de educação ambiental itinerante nos bairros).Esse projeto, visa levar educação ambiental aos bairros, comunidades e a todos os locais da cidade através da secretaria de planejamento e meio ambiente.
Achei muito interessante, e conversando com um dos organizadores do projeto consegui apurar que se trata de uma missão para conscientizar a população de Jundiaí através de ações simples no nosso dia a dia, como reciclar, evitar desperdício de agua e outras ações benéficas ao meio ambiente.

Objetivos do ECOBUS:

  • Despertar mudanças de valores e atitudes voltadas para a proteção e defesa do meio ambiente.
  • Mobilizar pessoas para se engajarem em iniciativas solidárias em prol do Meio ambinte;
  • Criar uma rede de cooperação entre instituições governamentais , não governamentais, iniciativas privadas e associações comunitárias para a solução dos problemas ambientais nos bairros;
  • Formar agentes ambientais locais, prioritariamente jovens , engajados em ações voluntárias , voltadas para a implantação da Agenda 21 Ambiental e suas comunidades;
O ECOBUS é um ônibus especialmente adaptado que percorre os bairros da cidade para incentivar posturas e práticas voltadas para a educação ambiental, envolvendo crianças, jovens, adulto e idosos.

Lembrando que o projeto começou hoje e vai até Sabado na praça da Matriz, em seguida seguira para outra região da cidade, ainda a definir.
Algumas imagens do projeto:
A população que passava, podia recolher uma muda de alguma planta da serra do Japi.

domingo, 29 de maio de 2011

Nota sobre o novo código florestal

Apenas repassando para quem ainda não leu, e tem duvidas a respeito, leiam com atenção.


NOTA SOBRE A APROVAÇÃO DO CÓDIGO FLORESTAL
NEM DESMATAMENTO, NEM ANISTIA

Deputado Aldo Rebelo (PCdoB/SP)

            Em razão de notícias equivocadas acerca do novo Código Florestal, aprovado pela Câmara dos Deputados, na noite de 24/05/11, faz-se necessário apresentar esclarecimentos sobre a redação das emendas n. 186 e n. 164, que formam o seu texto base.

1)  Não haverá autorizações para desmatamentos em áreas de preservação permanente
            O texto aprovado pelo Plenário da Câmara dos Deputados não permite qualquer desmatamento em áreas de preservação permanente. No dispositivo que trata do tema (art. 8º), a redação conferida pelo destaque aprovado (emenda n. 164) expressamente determina que é "vedada a expansão das áreas ocupadas" (§ 4º), ou seja, não poderá haver qualquer supressão de vegetação em área de preservação permanente para a implantação de novas atividades agrícolas.

2) As atividades já consolidadas em áreas de preservação permanente não serão automaticamente mantidas
            Também não encontra respaldo a afirmação de que o texto aprovado libera automática e definitivamente a continuidade de toda e qualquer atividade agrícola realizada em área considerada de preservação permanente.
            Três são as hipóteses que autorizarão a intervenção ou supressão de vegetação em área de preservação permanente e a manutenção de atividades consolidadas até 22 de julho de 2008:
1) situações de utilidade pública, de interesse social ou de baixo impacto ambiental, previstas em Lei;
            2) atividades agrossilvopastoris, ecoturismo e turismo rural;
3) outras atividades estabelecidas no Programa de Regularização Ambiental, previsto no novo Código Florestal.
Nos três casos será necessário obedecer à ressalva contida na parte final do § 3º do art. 8º, ou seja, "desde que [as atividades] não estejam em área de risco e sejam observados critérios técnicos de conservação de solo e água", bem como deve ser respeitada a determinação inserida no § 4º do mesmo dispositivo, que ressalva "os casos em que haja recomendação técnica de recuperação da referida área".
Assim, será imprescindível uma ação regulamentadora e administrativa que esclareça:
a) o que é "área de risco" (?), risco para quem (?), para o meio ambiente, presume-se;
b) quais são os "critérios técnicos de conservação de solo e água" (?).
            Inclusive, caso haja omissão dos Estados e da União em editarem os Programas de Regularização Ambiental, o próprio Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) poderá realizar tal atividade, com base no art. 8º da Lei 6.938/81.

3) Não haverá exclusão da União na definição das regras do Programa de Regularização Ambiental
            Não corresponde à realidade a afirmação de que o texto aprovado pela Câmara dos Deputados exclui a União federal da definição das regras do Programa de Regularização Ambiental, tampouco que houve transferência de tal atribuição para os Estados federados.
            Na realidade, a redação do texto aprovado expressamente indica que "a União, os Estados e o Distrito Federal deverão implantar" (art. 33,caput) os Programas Regularização Ambiental, não estando o Governo Federal excluído de tal incumbência, porque "as condições dos programas serão definidas em regulamento" (art. 33, § 1º) que, no âmbito federal, se materializa por Decreto editado pela Presidente da República.
            Cabe lembrar que a própria Constituição Federal de 1988 determina que a legislação ambiental concorrente deva ser elaborada por todos os entes federativos, atribuindo à União a competência para editar normas de caráter geral, conforme se depreende do art. 24 do texto constitucional:
Art. 24. Compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre:
VI - florestas, caça, pesca, fauna, conservação da natureza, defesa do solo e dos recursos naturais, proteção do meio ambiente e controle da poluição;
§ 1º - No âmbito da legislação concorrente, a competência da União limitar-se-á a estabelecer normas gerais.
§ 2º - A competência da União para legislar sobre normas gerais não exclui a competência suplementar dos Estados.
§ 3º - Inexistindo lei federal sobre normas gerais, os Estados exercerão a competência legislativa plena, para atender a suas peculiaridades.
§ 4º - A superveniência de lei federal sobre normas gerais suspende a eficácia da lei estadual, no que lhe for contrário.

4) Não há anistia para os produtores rurais
            Também não é correto afirmar que o texto aprovado pelo Plenário tenha anistiado o pagamento de multas aplicadas por infrações ambientais.
            É importante esclarecer que as regras previstas no texto aprovado na Câmara dos Deputados reproduzem exatamente a mesma lógica já adotada pelo Decreto Federal n. 7.029/09, editado pelo ex-presidente Lula e pelo ex-ministro do meio ambiente Carlos Minc, em seu art. 6º.
Art. 6o  O ato de adesão ao "Programa Mais Ambiente" dar-se-á pela assinatura do Termo de Adesão e Compromisso, elaborado pelo órgão ambiental ou instituição habilitada. 
§ 1o  A partir da data de adesão ao "Programa Mais Ambiente", o proprietário ou possuidor não será autuado com base nos arts. 43, 48, 51 e 55 do Decreto no 6.514, de 2008, desde que a infração tenha sido cometida até o dia anterior à data de publicação deste Decreto e que cumpra as obrigações previstas no Termo de Adesão e Compromisso. 
§ 2o  A adesão ao "Programa Mais Ambiente" suspenderá a cobrança das multas aplicadas em decorrência das infrações aos dispositivos referidos no § 1o, exceto nos casos de processos com julgamento definitivo na esfera administrativa.  
§ 3o  Cumprido integralmente o Termo de Adesão e Compromisso nos prazos e condições estabelecidos, as multas aplicadas em decorrência das infrações a que se refere o § 1o serão consideradas como convertidas em serviços de preservação, melhoria e recuperação da qualidade do meio ambiente. 
§ 4o  O disposto no § 1o não impede a aplicação das sanções administrativas de apreensão e embargo nas hipóteses previstas na legislação. 

            O texto aprovado pela Câmara dos Deputados é mais restritivo que o Decreto Federal que lhe serviu de base. O referido Decreto Federal abrange situações ocorridas até 11 de dezembro de 2009, enquanto que a Câmara dos Deputados restringe a aplicação de tais regras somente para áreas consolidadas antes de 22 de julho de 2008 e determina que o prazo prescricional das multas fique suspenso enquanto estiverem sendo cumpridas as medidas de regularização ambiental.
            Na realidade, iniciativas como a contida no Decreto Federal, cuja lógica foi reproduzida no texto votado na Câmara dos Deputados, estimulam a adoção de práticas de regularização ambiental, priorizando a adoção de medidas concretas de proteção ao meio ambiente, substituindo a idéia de que são a multa e a sanção que fazem a proteção da natureza.

Fonte: Nota publicada no Facebook do Deputado Federal Luiz Fernando Machado(PSDB-SP)

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