Secretaria de Educação reestrutura sete Emebs
A Secretaria de Educação inicia um processo de reorganização das creches e pré-escolas municipais. O objetivo é atender a demanda por vagas em meio período para as creches. A mudança efetiva se dará no início do ano letivo de 2014 em sete creches.
Segundo o secretário de Educação, Durval Orlato, a cidade possui atualmente 30 creches municipais, todas em período integral, que atendem cerca de 5 mil crianças, e 30 pré-escolas, todas com oferta de vagas só em meio período.
“Não temos a disposição de vagas para meio período nas creches, mas temos esta demanda. Para se ter ideia, temos mais de mil crianças na faixa de 3 anos de idade que deveriam estar na creche, mas estão nas pré-escolas, porque a necessidade de muitos pais é por meio período”, explica Orlato. “Queremos oferecer escolas de educação infantil (creches e pré-escolas) com todas as opções, integral e meio período.”
A mudança ocorrerá em sete creches, que a partir de 2014 passarão a atender em meio período. São elas: Profa. Abigahil Alves Fêur Borin (Eloy Chaves), Alvarina Barbosa Martins (Jardim Bonfiglioli), Profa. Brígida Gatto Rodrigues (Jardim Bonfiglioli), Profa. Cleonice Adolpho de Farias (Jardim Guanabara), Prefeito Manoel Aníbal Marcondes (Centro), Profa. Maria de Lourdes Gonçalves Barros (Bairro Boa Vista) e Pier Ângela (Jardim do Lago).
“É importante frisar que todas as crianças destas Emebs serão avaliadas quanto à necessidade do período integral. Todas que necessitarem serão remanejadas para uma creche próxima, própria ou conveniada, de acordo com cada avaliação”, destaca Orlato.
Ainda de acordo com o secretário, foram seguidos três critérios para a escolha destas sete creches: região, capacidade e proximidade de outras creches. “Escolhemos creches em centros urbanos populosos, com número menor de alunos e próximas de outras creches, o que permite o remanejamento das crianças destas sete Emebs que necessitam de atendimento no período integral”, explica.
As creches que passarão a atender em meio período terão dois turnos distintos, portanto, o período de funcionamento da creche continuará o mesmo. “Com essa mudança teremos 500 vagas para quem tem necessidade das matrículas em meio período. Hoje há demanda para isso”, afirma o secretário.
Quaisquer dúvidas devem ser dirigidas à direção das escolas citadas ou à Secretaria de Educação.
Assessoria de Imprensa PMJ
Matéria disponível em: http://goo.gl/W0NCNt
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
segunda-feira, 1 de julho de 2013
Manifestantes provocam acidente ao tentar invadir rodovia em Jundiaí, SP
Um acidente de trânsito foi provocado por cerca de 30 manifestantes no momento em que tentavam invadir a rodovia Anhanguera, na altura do quilômetro 58, em Jundiaí (SP). O acidente foi às 20h40 desta segunda-feira (1º). De acordo com a concessionária que administra a rodovia, um caminhão guincho parou na pista quando os moradores tentavam invadir.
A concessionária informou que uma carreta que seguia pela via, sentido capital-interior, não conseguiu frear e bateu na traseira do outro veículo, que acabou atingindo quatro pessoas.
Ainda conforme a concessionária, duas vítimas tiveram ferimentos leves e outras duas têm o estado de saúde moderados. Eles foram levados para o pronto-socorro da cidade. A faixa 2 e o acostamento foram interditados por causa do acidente. Os manifestantes deixaram a pista e o tráfego segue em uma faixa.
A concessionária informa que os motoristas foram orientados a utilizarem um desvio no km 58, com acesso à rodovia dos Bandeirantes.
Depois do acidente, os manifestantes se dispersaram, marcando o fim do protesto na cidade.
Ainda conforme a concessionária, duas vítimas tiveram ferimentos leves e outras duas têm o estado de saúde moderados. Eles foram levados para o pronto-socorro da cidade. A faixa 2 e o acostamento foram interditados por causa do acidente. Os manifestantes deixaram a pista e o tráfego segue em uma faixa.
A concessionária informa que os motoristas foram orientados a utilizarem um desvio no km 58, com acesso à rodovia dos Bandeirantes.
Depois do acidente, os manifestantes se dispersaram, marcando o fim do protesto na cidade.
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| Carreta não conseguiu frear, batendo em caminhão parado na pista. |
Fonte: TV TEM
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Manifestações
segunda-feira, 24 de junho de 2013
Jovens brasileiros, o protesto é legitimo, mas será que basta?
Por Jones H. Martins.
Diante dos fatos ocorridos nos últimos dias, resolvi escrever este artigo.
Percebo uma grande quantidade de jovens nas diversas manifestações que acontece pelo país. Confesso que acho isso fantástico, sinal de que estão começando timidamente a se importar com esse chato e delicado assunto que é politica. Muitos saíram do trabalho ou da escola, deixaram de ir ao cinema e saíram do Facebook para criar cartazes contra PEC's ou contra projetos de lei que por muitas vezes passariam despercebidos num passado recente.
A grande maioria desses jovens que protestam hoje, pintam o rosto com as cores da bandeira e gritam palavras de ordem pedindo um país melhor, mas a realidade é triste, a grande maioria nunca esteve presente numa sessão da câmara municipal de sua cidade, nunca estiveram presentes numa audiência pública para discutir um assunto de interesse coletivo ou nem se lembram em quem votaram nas ultimas eleições.
Quando perguntados, a resposta é unanime: "Não gosto de politica" ou "são todos ladrões, prefiro não me envolver".
Pois bem, agora estão todos 'envolvidos', mesmo que indiretamente e sem saber até quando essa 'chama patriota' se manterá acesa. A forte e legitima onda de protestos ainda não passou, muitas cidades reduziram as passagens de ônibus graças a isso, oferecendo subsídios(onde o próprio povo pagará através de seus impostos) e acalmou um pouco os ânimos daqueles mais exaltados com a causa.
No momento tentam se organizar para fazer protestos direcionados a um determinado tema (educação ou saúde por exemplo) onde algumas pessoas irão ás ruas, fecharão avenidas pedindo melhorias com cartazes e depois irão embora até chegar o próximo evento para protestar novamente.
Tudo isso que está acontecendo é fantástico, válido e está realmente tirando o sono dos políticos de todo o país, mas quando o gigante adormecer, e até o maior dos otimistas sabe que ele adormecerá em breve, caberá a todos nós reconhecer que devemos sim participar do processo politico, devemos sim cobrar os eleitos seja de qual partido for, precisamos nos esforçar para saber quem são aqueles que nos representam e quais são suas ações, afinal eles trabalham pra gente.
Você não deixaria seu funcionário trabalhando durante anos e pagando muito bem sem fiscaliza-lo, deixaria?
Que o gigante demore a adormecer e a participação seja continua daqui pra frente. Este pode ser um bom começo...
Diante dos fatos ocorridos nos últimos dias, resolvi escrever este artigo.
Percebo uma grande quantidade de jovens nas diversas manifestações que acontece pelo país. Confesso que acho isso fantástico, sinal de que estão começando timidamente a se importar com esse chato e delicado assunto que é politica. Muitos saíram do trabalho ou da escola, deixaram de ir ao cinema e saíram do Facebook para criar cartazes contra PEC's ou contra projetos de lei que por muitas vezes passariam despercebidos num passado recente.
A grande maioria desses jovens que protestam hoje, pintam o rosto com as cores da bandeira e gritam palavras de ordem pedindo um país melhor, mas a realidade é triste, a grande maioria nunca esteve presente numa sessão da câmara municipal de sua cidade, nunca estiveram presentes numa audiência pública para discutir um assunto de interesse coletivo ou nem se lembram em quem votaram nas ultimas eleições.
Quando perguntados, a resposta é unanime: "Não gosto de politica" ou "são todos ladrões, prefiro não me envolver".
Pois bem, agora estão todos 'envolvidos', mesmo que indiretamente e sem saber até quando essa 'chama patriota' se manterá acesa. A forte e legitima onda de protestos ainda não passou, muitas cidades reduziram as passagens de ônibus graças a isso, oferecendo subsídios(onde o próprio povo pagará através de seus impostos) e acalmou um pouco os ânimos daqueles mais exaltados com a causa.
No momento tentam se organizar para fazer protestos direcionados a um determinado tema (educação ou saúde por exemplo) onde algumas pessoas irão ás ruas, fecharão avenidas pedindo melhorias com cartazes e depois irão embora até chegar o próximo evento para protestar novamente.
Tudo isso que está acontecendo é fantástico, válido e está realmente tirando o sono dos políticos de todo o país, mas quando o gigante adormecer, e até o maior dos otimistas sabe que ele adormecerá em breve, caberá a todos nós reconhecer que devemos sim participar do processo politico, devemos sim cobrar os eleitos seja de qual partido for, precisamos nos esforçar para saber quem são aqueles que nos representam e quais são suas ações, afinal eles trabalham pra gente.
Você não deixaria seu funcionário trabalhando durante anos e pagando muito bem sem fiscaliza-lo, deixaria?
Que o gigante demore a adormecer e a participação seja continua daqui pra frente. Este pode ser um bom começo...
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Politica
terça-feira, 11 de junho de 2013
Cia. teatral Rick Kelly encerram atividades por falta de apoio do governo
Após 31 anos encantando gerações de crianças, e uma vida dedicada aos palcos, a Cia. teatral Rick Kelly anunciou nesta segunda-feira (10) que vai encerrar as atividades no mês que vem. "Estou tão abalado que não consigo falar", disse Maurilio de Cayres, o Rick, em entrevista por telefone para anunciar sua decisão de encerrar os trabalhos devido à falta de apoio e recursos, além de dívidas altas. "É uma decisão definitiva. Eu preciso pagar as dívidas", ressaltou Rick.
Em meio às lágrimas, Rick contou que há três anos a Cia. vem perdendo o espaço nos teatros de Jundiaí. "Faltam propostas da Prefeitura. Se realizarmos pelo menos uma apresentação por mês já nos ajudaria". Em 2013, a Cia. Rick Kelly realizou apenas três apresentações em Jundiaí, tendo apenas duas agendadas para o segundo semestre. Uma delas, a última que apresentará, está marcada para o dia 15 de julho, dentro do "Projeto Férias" realizado pela Prefeitura de Jundiaí.
Em anos anteriores, segundo Rick, o grupo chegou a se apresentar três vezes por mês, além de participar das conhecidas matinês da Sala Glória Rocha. Os custos de uma apresentação chegam a R$ 1 mil, segundo Rick, valor que pode passar de R$ 1,5 mil se o grupo se apresentar fora de Jundiaí. Na avaliação do ator, os espetáculos de São Paulo têm preferência para trabalhar e se apresentar na cidade. "Isso fecha espaço para gente".
Família - Formada pelos integrantes da família Cayres, com a finalização da cia, Rick ressaltou que cada um seguirá sua carreira. "Minha filha já está trabalhando no Circo Orfei, na Itália e meu filho, que é músico, realizará os seus ´freelances´". Já Rick tem um convite de uma Cia. de São Paulo para trabalhar como ator.
Nesses 31 anos de trabalho, ficam na memória do público as diversas peças que foram sucessos com a atuação da Rick Kelly, como "Emília a Boneca Gente", "Os Três Porquinhos´, "Chapeuzinho Vermelho" e "O Alto da Barca do Inferno". "Agradeço ao apoio de todos, mas não temos condições de continuar, as contas estão altas. A Cia. poderá voltar em breve, se tivermos recursos. O nosso público é fiel", lamentou Rick.
Apoio - Surpreso com o anúncio da tradicional companhia teatral, o secretário de Cultura, Tércio Marinho, diz que o grupo tem grande importância cultural na cidade, com nome consagrado e público fiel. "O grupo teve ampla participação em todos os grandes eventos da cidade, além de apoio para a realização dos espetáculos", avalia.
De acordo com a secretaria, no primeiro semestre deste ano a Cia. Rick Kelly realizou apresentações na Festa da Uva, no Teatro Polytheama, no tradicional evento de Malhação de Judas (na Vila Rio Branco) e também na Virada Cultural Paulista. Em nota divulgada pela assessoria de imprensa, a Diretoria de Cultura informa ainda que tem procurado estreitar os laços com toda a classe artística, pois a cidade tem hoje grande produção cultural e de ótima qualidade em todos os segmentos.
Fonte: Jornal de Jundiaí - ANDRÉ SANTOS
Em meio às lágrimas, Rick contou que há três anos a Cia. vem perdendo o espaço nos teatros de Jundiaí. "Faltam propostas da Prefeitura. Se realizarmos pelo menos uma apresentação por mês já nos ajudaria". Em 2013, a Cia. Rick Kelly realizou apenas três apresentações em Jundiaí, tendo apenas duas agendadas para o segundo semestre. Uma delas, a última que apresentará, está marcada para o dia 15 de julho, dentro do "Projeto Férias" realizado pela Prefeitura de Jundiaí.
Em anos anteriores, segundo Rick, o grupo chegou a se apresentar três vezes por mês, além de participar das conhecidas matinês da Sala Glória Rocha. Os custos de uma apresentação chegam a R$ 1 mil, segundo Rick, valor que pode passar de R$ 1,5 mil se o grupo se apresentar fora de Jundiaí. Na avaliação do ator, os espetáculos de São Paulo têm preferência para trabalhar e se apresentar na cidade. "Isso fecha espaço para gente".
Família - Formada pelos integrantes da família Cayres, com a finalização da cia, Rick ressaltou que cada um seguirá sua carreira. "Minha filha já está trabalhando no Circo Orfei, na Itália e meu filho, que é músico, realizará os seus ´freelances´". Já Rick tem um convite de uma Cia. de São Paulo para trabalhar como ator.
Nesses 31 anos de trabalho, ficam na memória do público as diversas peças que foram sucessos com a atuação da Rick Kelly, como "Emília a Boneca Gente", "Os Três Porquinhos´, "Chapeuzinho Vermelho" e "O Alto da Barca do Inferno". "Agradeço ao apoio de todos, mas não temos condições de continuar, as contas estão altas. A Cia. poderá voltar em breve, se tivermos recursos. O nosso público é fiel", lamentou Rick.
Apoio - Surpreso com o anúncio da tradicional companhia teatral, o secretário de Cultura, Tércio Marinho, diz que o grupo tem grande importância cultural na cidade, com nome consagrado e público fiel. "O grupo teve ampla participação em todos os grandes eventos da cidade, além de apoio para a realização dos espetáculos", avalia.
De acordo com a secretaria, no primeiro semestre deste ano a Cia. Rick Kelly realizou apresentações na Festa da Uva, no Teatro Polytheama, no tradicional evento de Malhação de Judas (na Vila Rio Branco) e também na Virada Cultural Paulista. Em nota divulgada pela assessoria de imprensa, a Diretoria de Cultura informa ainda que tem procurado estreitar os laços com toda a classe artística, pois a cidade tem hoje grande produção cultural e de ótima qualidade em todos os segmentos.
Fonte: Jornal de Jundiaí - ANDRÉ SANTOS
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Cultura
quarta-feira, 22 de maio de 2013
Salário dos vereadores em Jundiaí vai para R$ 8.036
Os vereadores aprovaram ontem, em sessão extraordinária, o reajuste de 8,16% já concedido pelo Executivo aos servidores públicos. Este índice também reajustará os vencimentos do prefeito, vice-prefeito, secretários e vereadores. O salário do prefeito Pedro Bigardi (PCdoB) passa para R$ 20.464; do vice-prefeito, para R$ 14.026; secretários, R$ 14.867 e vereadores, R$ 8.036. Estes reajustes também foram aprovados por todos os vereadores presentes.
Na sessão extraordinária, que teve início às 21h, os parlamentares aprovaram também o reajuste de 8,16% aos vencimentos dos servidores da Câmara, bem como o auxílio-alimentação, que passa para R$ 450. O último item da pauta extraordinária, também aprovado, previa a autorização para alienação de imóveis na Chácara Camilo, na Colônia, para a Fumas (Fundação Municipal de Ação Social) visando fins habitacionais. Todos os projetos foram aprovados por unanimidade, sem muita discussão. As comissões da Casa foram ouvidas e aprovaram o reajuste e seu impacto financeiro. Não havia integrantes da ONG Voto Consciente na sessão neste momento.
Segundo o presidente da CJR (Comissão de Justiça e Redação), Paulo Malerba (PT), o reajuste dos vereadores com os mesmos índices de servidores já estava previsto em lei. "Meu parecer é favorável." O presidente da Casa, Gerson Sartori (PT), lembrou que o salário do vereador jundiaiense é um dos menores da Região. "No momento certo, teremos que fazer esta discussão com a sociedade."
Ordinária - Na rápida sessão ordinária, os vereadores rejeitaram projeto de resolução, de Paulo Sérgio Martins (PPS), que vedava o aparte em discussões de veto. Foi aprovado projeto de lei, de Gustavo Martinelli (PSDB), que institui o Dia da Saúde do Homem, para 15 de julho. Leandro Palmarini (PV) preferiu adiar sua proposta que regulava a limpeza de terrenos.
O mais polêmico projeto, entretanto, na sessão ordinária, foi o de autoria do Executivo, que revogava uma lei que previa sanções para quem discriminasse o portador de epilepsia, de autoria do ex-prefeito Ary Fossen (PSDB).
Martinelli (PSDB) subiu à tribuna e lembrou que não havia motivo para revogar a lei. "Não podemos discriminar os portadores de epilepsia. O Executivo alega que já há outras leis para proteger pessoas com deficiência, mas epilepsia não é deficiência. O mesmo projeto já foi aprovado pelos vereadores antes e espero que eles não me decepcionem." O projeto de lei acabou sendo aprovado, com a revogação da lei, com pouca margem. Cinco vereadores se abstiveram de votar, três vereadores da oposição rejeitaram e nove vereadores aprovaram. O médico Antônio de Pádua Pacheco (PSB) não esteve presente na sessão.
Na sessão extraordinária, que teve início às 21h, os parlamentares aprovaram também o reajuste de 8,16% aos vencimentos dos servidores da Câmara, bem como o auxílio-alimentação, que passa para R$ 450. O último item da pauta extraordinária, também aprovado, previa a autorização para alienação de imóveis na Chácara Camilo, na Colônia, para a Fumas (Fundação Municipal de Ação Social) visando fins habitacionais. Todos os projetos foram aprovados por unanimidade, sem muita discussão. As comissões da Casa foram ouvidas e aprovaram o reajuste e seu impacto financeiro. Não havia integrantes da ONG Voto Consciente na sessão neste momento.
Segundo o presidente da CJR (Comissão de Justiça e Redação), Paulo Malerba (PT), o reajuste dos vereadores com os mesmos índices de servidores já estava previsto em lei. "Meu parecer é favorável." O presidente da Casa, Gerson Sartori (PT), lembrou que o salário do vereador jundiaiense é um dos menores da Região. "No momento certo, teremos que fazer esta discussão com a sociedade."
Ordinária - Na rápida sessão ordinária, os vereadores rejeitaram projeto de resolução, de Paulo Sérgio Martins (PPS), que vedava o aparte em discussões de veto. Foi aprovado projeto de lei, de Gustavo Martinelli (PSDB), que institui o Dia da Saúde do Homem, para 15 de julho. Leandro Palmarini (PV) preferiu adiar sua proposta que regulava a limpeza de terrenos.
O mais polêmico projeto, entretanto, na sessão ordinária, foi o de autoria do Executivo, que revogava uma lei que previa sanções para quem discriminasse o portador de epilepsia, de autoria do ex-prefeito Ary Fossen (PSDB).
Martinelli (PSDB) subiu à tribuna e lembrou que não havia motivo para revogar a lei. "Não podemos discriminar os portadores de epilepsia. O Executivo alega que já há outras leis para proteger pessoas com deficiência, mas epilepsia não é deficiência. O mesmo projeto já foi aprovado pelos vereadores antes e espero que eles não me decepcionem." O projeto de lei acabou sendo aprovado, com a revogação da lei, com pouca margem. Cinco vereadores se abstiveram de votar, três vereadores da oposição rejeitaram e nove vereadores aprovaram. O médico Antônio de Pádua Pacheco (PSB) não esteve presente na sessão.
ARIADNE GATTOLINI - Jornal de Jundiaí
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Politica
quarta-feira, 15 de maio de 2013
Escultura de Inos Corradin continua abandonada na entrada da cidade
Quem nunca passou na avenida Jundiaí e ficou se perguntando: O que é aquele negocio preto no canteiro central? Pois bem, aquela é uma escultura do artista plastico "Jundiano"(Jundiaiense com Italiano)Inos Corradin. Ela teve inicio no final de 2012 ainda no governo Miguel Haddad e com a mudança de gestão a escultura ficou lá, do jeito que estava em dezembro, cercada por madeiras e sem pintura alguma, diferente das belas obras do pintor que adora misturar cores e dar vida á suas obras.
Na apresentação abaixo, mostramos algumas fotos da escultura abandonada e uma pintura semelhante depois de pronta. Clique na imagem para ampliar.
Renomado artista plastico, Inos Corradin nasceu em Vogogna, Piemonti, Itália. Aos 20 anos de idade mudou-se para Jundiaí.
Na apresentação abaixo, mostramos algumas fotos da escultura abandonada e uma pintura semelhante depois de pronta. Clique na imagem para ampliar.
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| Escultura de Inos Corradin abandonada em frente ao parque da Uva |
Placa dos responsáveis pela obra e a data de inicio ou termino.Clique na imagem para ampliar.
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Cultura
quarta-feira, 8 de maio de 2013
Prefeitura responde através de nota caso do cancelamento da APAE
A Secretaria Municipal de Educação informa que o convênio com a APAE citado pela reportagem já terminou e uma nova modalidade de licitação foi aberta para oferta destes e outros serviços. Concluída esta licitação, a empresa vencedora poderá começar os serviços a partir de 20 de maio. Neste período, todo suporte às crianças está sendo dado pelas professoras de inclusão.
Haverá, inclusive, ampliação do trabalho executado. A equipe multidisciplinar vai ganhar um neurologista e oferecer avaliação do processamento auditivo e dislexia. Além das novas ações, a atual equipe – que conta com serviço social, psicologia, psicopedagogia e fonoaudiologia – ganhará reforço. Serão dois assistentes sociais e três psicopedagogas (hoje há apenas um profissional de cada área). O número de psicólogos também aumentará, passando de dois para três.
É importante esclarecer que, até agora, o trabalho era oferecido por meio de um convênio firmado entre a administração passada e a Apae de Jundiaí. Após analisar todos os projetos e programas, a atual gestão municipal verificou a necessidade de modificar e ampliar estas ações em benefício da população.
Para isso, aguardou-se o final do convênio com a entidade (por isso não procede o boato de cancelamento do contrato), para abrir um processo de licitação com as novas especificações.
“Por não ser a Apae a única instituição que presta este tipo de serviço e em atendimento ao princípio de competitividade e economicidade, foi necessária a abertura de um processo licitatório”, explica a supervisora do Núcleo de Políticas Públicas da secretaria, Karen Silva.
Deve-se ressaltar ainda que a modalidade de licitação foi alterada, pois o Tribunal de Contas do Estado (TCE) não permite "convênios" para este tipo de serviço específico, motivo pelo qual se realizou o "Pregão Eletrônico".
O Núcleo foi criado há 8 anos com objetivo de oferecer apoio pedagógico aos alunos com dificuldade de aprendizagem, devidamente matriculados na rede municipal de ensino (desde que não esteja associada a algum tipo de deficiência). Hoje, são atendidas 375 crianças.
Caso haja alguma dúvida, os pais podem procurar o Núcleo de Inclusão no Complexo Argos.
Haverá, inclusive, ampliação do trabalho executado. A equipe multidisciplinar vai ganhar um neurologista e oferecer avaliação do processamento auditivo e dislexia. Além das novas ações, a atual equipe – que conta com serviço social, psicologia, psicopedagogia e fonoaudiologia – ganhará reforço. Serão dois assistentes sociais e três psicopedagogas (hoje há apenas um profissional de cada área). O número de psicólogos também aumentará, passando de dois para três.
É importante esclarecer que, até agora, o trabalho era oferecido por meio de um convênio firmado entre a administração passada e a Apae de Jundiaí. Após analisar todos os projetos e programas, a atual gestão municipal verificou a necessidade de modificar e ampliar estas ações em benefício da população.
Para isso, aguardou-se o final do convênio com a entidade (por isso não procede o boato de cancelamento do contrato), para abrir um processo de licitação com as novas especificações.
“Por não ser a Apae a única instituição que presta este tipo de serviço e em atendimento ao princípio de competitividade e economicidade, foi necessária a abertura de um processo licitatório”, explica a supervisora do Núcleo de Políticas Públicas da secretaria, Karen Silva.
Deve-se ressaltar ainda que a modalidade de licitação foi alterada, pois o Tribunal de Contas do Estado (TCE) não permite "convênios" para este tipo de serviço específico, motivo pelo qual se realizou o "Pregão Eletrônico".
O Núcleo foi criado há 8 anos com objetivo de oferecer apoio pedagógico aos alunos com dificuldade de aprendizagem, devidamente matriculados na rede municipal de ensino (desde que não esteja associada a algum tipo de deficiência). Hoje, são atendidas 375 crianças.
Caso haja alguma dúvida, os pais podem procurar o Núcleo de Inclusão no Complexo Argos.
Fonte: Secretaria de comunicação prefeitura de Jundiaí.
A matéria sobre o cancelamento do convênio entre prefeitura e APAE, você confere aqui: >> http://goo.gl/zq5eQ
A matéria sobre o cancelamento do convênio entre prefeitura e APAE, você confere aqui: >> http://goo.gl/zq5eQ
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Politica
terça-feira, 7 de maio de 2013
O que é (e o que não é) sustentabilidade - por Oded Grajew
Dados científicos mostram que o atual modelo de desenvolvimento é insustentável e ameaça a sobrevivência humana.
Embora em voga, o conceito de sustentabilidade ainda é pouco compreendido tanto por quem fala sobre ele quanto por quem o ouve.
Nos últimos anos, intensificou-se a discussão a respeito do aquecimento global e do esgotamento dos recursos naturais. São preocupações legítimas e inquestionáveis, mas que geraram distorção no significadode sustentabilidade, restringindo-o às questões ambientais. Não é só isso.
| Oded Grajew |
A sustentabilidade e a insustentabilidade se tornam claras quando traduzidas em situações práticas.
Esgotar recursos naturais não é sustentável. Reciclar e evitar desperdícios é sustentável.
Corrupção é insustentável. Ética é sustentável. Violência é insustentável. Paz é sustentável.
Desigualdade é insustentável. Justiça social é sustentável. Baixos indicadores educacionais são insustentáveis. Educação de qualidade para todos é sustentável.
Ditadura e autoritarismo são insustentáveis. Democracia é sustentável. Trabalho escravo e desemprego são insustentáveis. Trabalho decente para todos é sustentável.
Poluição é insustentável. Ar e águas limpos são sustentáveis. Encher as cidades de carros é insustentável. Transporte coletivo e de bicicletas é sustentável.
Solidariedade é sustentável. Individualismo é insustentável.
Cidade comandada pela especulação imobiliária é insustentável. Cidade planejada para que cada habitante tenha moradia digna, trabalho, serviços e equipamentos públicos por perto é sustentável.
Sociedade que maltrata crianças, idosos e deficientes não é sustentável. Sociedade que cuida de todos é sustentável.
Dados científicos mostram que o atual modelo de desenvolvimento é insustentável e ameaça a sobrevivência inclusive da espécie humana.
Sociedade que maltrata crianças, idosos e deficientes não é sustentável. Sociedade que cuida de todos é sustentável.
Dados científicos mostram que o atual modelo de desenvolvimento é insustentável e ameaça a sobrevivência inclusive da espécie humana.
Provas não faltam. Destruímos quase a metade das grandes florestas do planeta, que são os pulmões do mundo. Liberamos imensa quantidade de dióxido de carbono e outros gases causadores de efeito estufa, num ciclo de aquecimento global e instabilidades climáticas.
Temos solapado a fertilidade do solo e sua capacidade de sustentar a vida: 65% da terra cultivada foram perdidos e 15% estão em processo de desertificação.
Cerca de 50 mil espécies de plantas e animais desaparecem todos os anos e, em sua maior parte, em decorrência de atividades humanas.
Produzimos uma sociedade planetária escandalosa e crescentemente desigual: 1.195 bilionários valem, juntos, US$ 4,4 trilhões --ou seja, quase o dobro da renda anual dos 50% mais pobres. O 1% de mais ricos da humanidade recebe o mesmo que os 57% mais pobres.
Os gastos militares anuais passam de US$ 1,5 trilhão, o equivalente a 66% da renda anual dos 50% mais pobres.
Esse cenário pouco animador mostra a necessidade de um modelo de desenvolvimento sustentável. Cabe a nós torná-lo possível e viável.
ODED GRAJEW, 68, empresário, é coordenador da secretaria executiva da Rede Nossa São Paulo e presidente emérito do Instituto Ethos. É idealizador do Fórum Social Mundial
Temos solapado a fertilidade do solo e sua capacidade de sustentar a vida: 65% da terra cultivada foram perdidos e 15% estão em processo de desertificação.
Cerca de 50 mil espécies de plantas e animais desaparecem todos os anos e, em sua maior parte, em decorrência de atividades humanas.
Produzimos uma sociedade planetária escandalosa e crescentemente desigual: 1.195 bilionários valem, juntos, US$ 4,4 trilhões --ou seja, quase o dobro da renda anual dos 50% mais pobres. O 1% de mais ricos da humanidade recebe o mesmo que os 57% mais pobres.
Os gastos militares anuais passam de US$ 1,5 trilhão, o equivalente a 66% da renda anual dos 50% mais pobres.
Esse cenário pouco animador mostra a necessidade de um modelo de desenvolvimento sustentável. Cabe a nós torná-lo possível e viável.
ODED GRAJEW, 68, empresário, é coordenador da secretaria executiva da Rede Nossa São Paulo e presidente emérito do Instituto Ethos. É idealizador do Fórum Social Mundial
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domingo, 5 de maio de 2013
Resposta oficial do Secretario Denis Crupe sobre o caso das coxinhas de frango
Por Denis Crupe -Secretario de administração de Jundiaí.
A quem possa interessar, a resposta dada pelo secretário de Administração, Denis Crupe, ao Jornal de Jundiaí Regional, nesta sexta-feira (3), sobre a compra de alimentação destinada às crianças da rede pública de ensino.
Em atenção ao quanto solicitado relativamente ao Pregão Eletrônico nº 046/13 – Processo Administrativo nº 5.682-1/2013-1, vem esta SMA, por meio do Secretário Municipal de Administração, expor o quanto segue:
Trata-se de Pregão Eletrônico para Registro de Preço de gêneros alimentícios a serem utilizados no fornecimento de merenda escolar, solicitado pela Secretaria Municipal de Educação e Esportes, por meio de a sua diretoria técnico financeira, em 01 de março de 2013.
Primeiramente, cumpre informar que o Registro de Preço consiste no registro formal de preços para aquisições de materiais, produtos ou gêneros de consumo contínuo. Os procedimentos para o registro são iniciados com uma licitação para escolha dos fornecedores que, depois de homologada pela autoridade competente, é seguida pela assinatura da Ata de Registro de Preços, tendo como vantagens a agilidade e segurança na contratação, economia, redução do número de compras fracionadas, além da transparência do processo.
De ser destacado que para ser possível a utilização de tal procedimento - indicado pelo TCE - a administração precisa prever um mínimo e um máximo de utilização do produto a ser registrado no período de um ano, sendo certo que, para tanto, no caso do produto questionado, a atual gestão se baseou em consumos de demanda atual, chegando ao mínimo de 1.500 Kg e ao máximo de 5.000 Kg.
Não bastasse, tendo em vista estarmos frente ao fornecimento de merenda escolar, que segue rigorosos critérios técnicos a serem obrigatoriamente observados, a formação da Ata deve levar em conta as exigências nutricionais e laudos bromatológicos, bem como o fato de que o fornecimento ocorre por meio de a distribuição do produto em 06 (seis) setores, totalizando 128 pontos de entrega (escolas), que exige a observância de posturas de higiene e utilização de veículos refrigerados.
Ademais, o valor registrado, deve ser mantido pelo fornecedor durante o período de 12 (doze) meses, impondo ao mesmo suportar eventuais oscilações de mercado, não só do produto em si, mas também da sua logística de entrega, que envolve os custos com o transporte (combustíveis) e mão de obra (salários)
Dentre os gêneros alimentícios elencados na solicitação combatida por Vossa Excelência, se encontra o item “coxinha da asa de frango, temperada, assada e congelada; com especificações nutricionais de Carboidrato: 4, Lipídeo: 10 (máximo); Proteína: 20; Cloreto de Sódio: 2 (máximo); isento de pimenta, glutamato monossódico e corantes artificiais; cozimento a vapor superaquecido; entregue congelado em temperatura de – 12ºC; em embalagem em polietileno atóxico”.
Referido Pregão Eletrônico, respeitados os prazos legais, fora aberto em 03 de abril de 2013, após ser realizada a devida pesquisa de preços de mercado, conforme orçamentos insertos nos autos, obtendo-se como preço médio o importe de R$ 23, 50 (vinte e três reais e cinquenta centavos), referência para o pregão, merecendo destaque sua ampla divulgação por meio do sistema “Compra Aberta”, que atingiu aproximadamente 850 fornecedores, além das competentes publicações oficiais.
Para o item em comento, demonstraram interesse efetivo no fornecimento, participaram dando lances e se classificaram no pregão três empresas, quais sejam, Bigotti Entreposto de Carnes e Derivados Ltda. EPP. (R$ 22,90), S. Mazzoni Alimentos EPP (R$ 25,50) e Casa da Merenda Comércio de Alimentos Ltda. EPP (R$ 40,00).
De ser destacado que, após encerrado o pregão e declarada vencedora a empresa Bigotti Entreposto de Carnes e Derivados Ltda. EPP, a administração agindo com o intuito de buscar maior economia aos cofres públicos, estabeleceu negociação objetivando o conseguimento de desconto, obtendo êxito em reduzir o valor da compra para R$ 21,90, prática que resultou em significativa economia se levado em conta o consumo máximo fixado (5.000 kg), atingindo redução no importe de R$ 60.000,00 (sessenta mil reais).
Sintetizada a dinâmica do Pregão questionado, impõe-se repudiar veementemente a assertiva que circula por meio de blogs de pouca credibilidade de que o Registro de Preço em comento evidencia uma discrepância absurda entre o preço que se pretende praticar e os preços encontrados nos mercados atingindo diferença superior a 240%.
Isso porque, comparar o preço do produto conseguido no Pregão, com aquele praticado em um açougue, onde o mesmo se encontra in natura, sem embalagem, sem a especificação de refrigeração, sem os custos da logística de entrega em 128 escolas e sem a projeção de garantia de preços por 12 meses é no mínimo um despropósito, não havendo dúvidas que aqueles que propagam tais informações agem com inequívoca má-fé.
E tanto a assertiva é verdadeira que, em 29 de fevereiro de 2012, por meio do Pregão Eletrônico nº 24/2012, a gestão anterior, defendida incondicionalmente por aqueles que mentem ao tratar do pregão em comento, registrou o preço do mesmo produto no importe de R$ 19,90 (dezenove reais e noventa centavos), cujo fornecedor vencedor também fora a empresa Bigotti Entreposto de Carnes e Derivados Ltda. EPP, sendo certo que a simples aplicação da inflação do período compreendido entre 2012 e 2013, demonstra a exata adequação de preço de mercado do produto.
E, para que não paire dúvidas quanto a legalidade do Pregão, além do fato de a sua divulgação ter atingido aproximadamente 850 fornecedores cadastrados no Compra Aberta, bem como outros tantos que acompanham a imprensa oficial, classificaram-se três empresas que deram lances, sendo certo que a empresa Bigotti Entreposto de Carnes e Derivados Ltda. EPP, é fornecedora da Prefeitura Municipal de Jundiaí desde o ano de 1995, não havendo qualquer fato que desabone sua conduta.
Um dos compromissos da atual gestão fora manter práticas já adotadas com acerto pelos gestores que a antecederam. Assim, os motivos que balizaram a decisão questionada são exatamente os mesmo que nortearam a administração anterior veementente defendida por aqueles que por motivos políticos e mesquinhos atacam a atual administração, tanto que efetivadas no ano de 2012, conforme já demonstrado.
Sem sombra de dúvidas as merendeiras jundiaienses primam pela excelência em seu mister, porém por questões óbvias devemos levar em conta toda a operação logística que envolve o fornecimento do produto em questão, sendo certo que somente da maneira escolhida é que se pode garantir a qualidade do alimento que chega a mesa das crianças da nossa rede pública de ensino, sendo impossível adquirir e servir o produto comprado in natura no balcão do açougue.
Diante de todo o exposto, inquestionável que o Registro de Preço erroneamente combatido primou pela lisura e interesse dos cofres públicos e especialmente dos destinatários finais do produto que são as crianças jundiaienses.
A quem possa interessar, a resposta dada pelo secretário de Administração, Denis Crupe, ao Jornal de Jundiaí Regional, nesta sexta-feira (3), sobre a compra de alimentação destinada às crianças da rede pública de ensino.
Em atenção ao quanto solicitado relativamente ao Pregão Eletrônico nº 046/13 – Processo Administrativo nº 5.682-1/2013-1, vem esta SMA, por meio do Secretário Municipal de Administração, expor o quanto segue:
Trata-se de Pregão Eletrônico para Registro de Preço de gêneros alimentícios a serem utilizados no fornecimento de merenda escolar, solicitado pela Secretaria Municipal de Educação e Esportes, por meio de a sua diretoria técnico financeira, em 01 de março de 2013.
Primeiramente, cumpre informar que o Registro de Preço consiste no registro formal de preços para aquisições de materiais, produtos ou gêneros de consumo contínuo. Os procedimentos para o registro são iniciados com uma licitação para escolha dos fornecedores que, depois de homologada pela autoridade competente, é seguida pela assinatura da Ata de Registro de Preços, tendo como vantagens a agilidade e segurança na contratação, economia, redução do número de compras fracionadas, além da transparência do processo.
De ser destacado que para ser possível a utilização de tal procedimento - indicado pelo TCE - a administração precisa prever um mínimo e um máximo de utilização do produto a ser registrado no período de um ano, sendo certo que, para tanto, no caso do produto questionado, a atual gestão se baseou em consumos de demanda atual, chegando ao mínimo de 1.500 Kg e ao máximo de 5.000 Kg.
Não bastasse, tendo em vista estarmos frente ao fornecimento de merenda escolar, que segue rigorosos critérios técnicos a serem obrigatoriamente observados, a formação da Ata deve levar em conta as exigências nutricionais e laudos bromatológicos, bem como o fato de que o fornecimento ocorre por meio de a distribuição do produto em 06 (seis) setores, totalizando 128 pontos de entrega (escolas), que exige a observância de posturas de higiene e utilização de veículos refrigerados.
Ademais, o valor registrado, deve ser mantido pelo fornecedor durante o período de 12 (doze) meses, impondo ao mesmo suportar eventuais oscilações de mercado, não só do produto em si, mas também da sua logística de entrega, que envolve os custos com o transporte (combustíveis) e mão de obra (salários)
Dentre os gêneros alimentícios elencados na solicitação combatida por Vossa Excelência, se encontra o item “coxinha da asa de frango, temperada, assada e congelada; com especificações nutricionais de Carboidrato: 4, Lipídeo: 10 (máximo); Proteína: 20; Cloreto de Sódio: 2 (máximo); isento de pimenta, glutamato monossódico e corantes artificiais; cozimento a vapor superaquecido; entregue congelado em temperatura de – 12ºC; em embalagem em polietileno atóxico”.
Referido Pregão Eletrônico, respeitados os prazos legais, fora aberto em 03 de abril de 2013, após ser realizada a devida pesquisa de preços de mercado, conforme orçamentos insertos nos autos, obtendo-se como preço médio o importe de R$ 23, 50 (vinte e três reais e cinquenta centavos), referência para o pregão, merecendo destaque sua ampla divulgação por meio do sistema “Compra Aberta”, que atingiu aproximadamente 850 fornecedores, além das competentes publicações oficiais.
Para o item em comento, demonstraram interesse efetivo no fornecimento, participaram dando lances e se classificaram no pregão três empresas, quais sejam, Bigotti Entreposto de Carnes e Derivados Ltda. EPP. (R$ 22,90), S. Mazzoni Alimentos EPP (R$ 25,50) e Casa da Merenda Comércio de Alimentos Ltda. EPP (R$ 40,00).
De ser destacado que, após encerrado o pregão e declarada vencedora a empresa Bigotti Entreposto de Carnes e Derivados Ltda. EPP, a administração agindo com o intuito de buscar maior economia aos cofres públicos, estabeleceu negociação objetivando o conseguimento de desconto, obtendo êxito em reduzir o valor da compra para R$ 21,90, prática que resultou em significativa economia se levado em conta o consumo máximo fixado (5.000 kg), atingindo redução no importe de R$ 60.000,00 (sessenta mil reais).
Sintetizada a dinâmica do Pregão questionado, impõe-se repudiar veementemente a assertiva que circula por meio de blogs de pouca credibilidade de que o Registro de Preço em comento evidencia uma discrepância absurda entre o preço que se pretende praticar e os preços encontrados nos mercados atingindo diferença superior a 240%.
Isso porque, comparar o preço do produto conseguido no Pregão, com aquele praticado em um açougue, onde o mesmo se encontra in natura, sem embalagem, sem a especificação de refrigeração, sem os custos da logística de entrega em 128 escolas e sem a projeção de garantia de preços por 12 meses é no mínimo um despropósito, não havendo dúvidas que aqueles que propagam tais informações agem com inequívoca má-fé.
E tanto a assertiva é verdadeira que, em 29 de fevereiro de 2012, por meio do Pregão Eletrônico nº 24/2012, a gestão anterior, defendida incondicionalmente por aqueles que mentem ao tratar do pregão em comento, registrou o preço do mesmo produto no importe de R$ 19,90 (dezenove reais e noventa centavos), cujo fornecedor vencedor também fora a empresa Bigotti Entreposto de Carnes e Derivados Ltda. EPP, sendo certo que a simples aplicação da inflação do período compreendido entre 2012 e 2013, demonstra a exata adequação de preço de mercado do produto.
E, para que não paire dúvidas quanto a legalidade do Pregão, além do fato de a sua divulgação ter atingido aproximadamente 850 fornecedores cadastrados no Compra Aberta, bem como outros tantos que acompanham a imprensa oficial, classificaram-se três empresas que deram lances, sendo certo que a empresa Bigotti Entreposto de Carnes e Derivados Ltda. EPP, é fornecedora da Prefeitura Municipal de Jundiaí desde o ano de 1995, não havendo qualquer fato que desabone sua conduta.
Um dos compromissos da atual gestão fora manter práticas já adotadas com acerto pelos gestores que a antecederam. Assim, os motivos que balizaram a decisão questionada são exatamente os mesmo que nortearam a administração anterior veementente defendida por aqueles que por motivos políticos e mesquinhos atacam a atual administração, tanto que efetivadas no ano de 2012, conforme já demonstrado.
Sem sombra de dúvidas as merendeiras jundiaienses primam pela excelência em seu mister, porém por questões óbvias devemos levar em conta toda a operação logística que envolve o fornecimento do produto em questão, sendo certo que somente da maneira escolhida é que se pode garantir a qualidade do alimento que chega a mesa das crianças da nossa rede pública de ensino, sendo impossível adquirir e servir o produto comprado in natura no balcão do açougue.
Diante de todo o exposto, inquestionável que o Registro de Preço erroneamente combatido primou pela lisura e interesse dos cofres públicos e especialmente dos destinatários finais do produto que são as crianças jundiaienses.
terça-feira, 30 de abril de 2013
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