sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Genoino: condenado por desrespeitar a lei, agora apto a escrever leis


*Por Sandro Vaia

"Tenho a consciência serena dos inocentes”.

José Genoino é um homem de palavras e sentenças cortantes.

Durante vários anos foi a voz oficial do PT na imprensa conservadora.Teve uma coluna fixa na página 2 do Estadão e mais do que isso, o insuspeito voto de um dos ícones do reacionarismo burguês que forma a opinião do jornal.

Durante muito tempo, José Genoíno foi o petista limpinho, civilizado e ordeiro que tornou respeitável a opinião do partido revolucionário que queria queimar as instituições para implantar seu modelo socialista. A face palatável do partido para os burgueses que tinham horror aos barbudos revolucionários. Até o cavanhaque dele, a la d'Artagnan, era mais fotogênico, arrumadinho, geometricamente bem cortado.

José Genoino sempre foi um homem honrado e o seu passado de luta revolucionária uma medalha de honra ao mérito como aquelas que os meninos bem comportados ganham nos colégios internos.

Enfim, um fenômeno: um revolucionário respeitado e querido pelos reacionários.

Na época do mensalão, José Genoino carregava o andor de presidente do Partido dos Trabalhadores, como uma espécie de avalista das boas intenções do partido. Como desconfiar de um partido entregue à presidência de um sacristão de bons modos como ele?

Depois aconteceu o que todo mundo sabe. Aos poucos, enquanto as investigações iam avançando e as evidências da existência do mensalão foram se acumulando, Genoino foi perdendo a altivez, o peito empombado murchou um pouco e a voz metálica foi perdendo o tom afirmativo, altaneiro e superior. Não bastasse o mensalão, veio o patético episódio dos dólares na cueca.

Genoino se escondeu na humildade, passou por um início de depressão, escondeu-se no quarto dos fundos de sua casa, perdeu o brilho, seu orgulho empanou-se. Ele tornou-se opaco.

Condenado a seis anos de prisão por corrupção e formação de quadrilha, será beneficiado com regime semi-aberto e poderá trabalhar normalmente de dia e dormir na prisão. Se comparado a José Dirceu, dito o chefe da quadrilha, um mal menor.

Suplente de deputado assumiu a vaga do titular numa cerimônia realizada quinta-feira na Câmara. Filigranas jurídicas sobre a viabilidade ou não de um recurso à Suprema Corte, última instância do julgamento, permitiram que fosse diplomado.

Zangado, mal humorado e tratando a pontapés a imprensa que sempre lhe estendeu tapete vermelho, parece de mal com a vida assumindo um dos maiores paradoxos vivos criados pela adolescente democracia brasileira: temos, sabe lá por quanto tempo, uma pessoa condenada por desobedecer a lei considerada apta a escrever leis.

*Sandro Vaia é jornalista. Foi repórter, redator e editor do Jornal da Tarde, diretor de Redação da revista Afinal, diretor de Informação da Agência Estado e diretor de Redação de “O Estado de S.Paulo”. É autor do livro “A Ilha Roubada”, (editora Barcarolla) sobre a blogueira cubana Yoani Sanchez. E.mail: svaia@uol.com.br

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Mais uma - Adolescente de Salvador está leiloando a virgindade

Ela diz ter sido inspirada por Catarina Migliorini, a brasileira que leiloou a virgindade por R$ 1,6 milhão e posou nua para a "Playboy". Rebecca Bernardo, de 18 anos, a mais nova brasileira a leiloar a virgindade na web está chamando atenção dos EUA. A moradora de Sapeaçu, a 150 quilômetros de Salvador, fez até um vídeo para anunciar a oferta da primeira vez: 


Segundo Rebecca, o leilão teria o objetivo arrecadar dinheiro para cuidar da mãe, que está doente. O caso atraiu a CNN, que entrevistou a menina. 

"Chega uma hora em que você tem que tomar decisões para ter o que você quer. Você tem que ser forte", disse a jovem à emissora americana.

O valor mais alto oferecido foi de 35 mil dólares (cerca de 70 mil reais). Ele seria pago por um empresário.

Mas a mãe de Rebeca, que é nascida no interior de São Paulo, não ficou nada satisfeita com a filha.

"Ela deveria procurar um emprego. Não deveria se prostituir", afirmou ela à CNN, segundo reportagem do "Huffington Post". O pai morreu sem conhecer a filha.



A reportagem da CNN foi ao ar dia 2 de janeiro

Entrevista de Pedro Bigardi para a TV Tem Jundiaí

Entrevista aconteceu hoje(03) na sede da Tv Tem Jundiaí

Daniel Tv Tem: Prefeito, qual sua primeira ação a frente da prefeitura?

Bigardi: Ontem a gente tomou posse e já fiz uma visita a todas as secretarias da prefeitura, e também fizemos uma reunião importante sobre a conservação da cidade. Foram levantadas a questão da coleta de lixo e conservação de áreas públicas, como mato e a limpeza. Cobrei as empresas de um plano emergencial para que em 30 dias a gente tenha a cidade limpa, conservada, e já entraram agora em circulação seis novos caminhões de coleta de lixo, que foram substituídos. É um plano para janeiro de forma emergencial.

Daniel Tv Tem: O senhor prometeu a população resolver o problema do trânsito na entrada da cidade, no trevo da Avenida Jundiaí. O que o senhor vai fazer este ano para viabilizar isso?

Bigardi: Essa é uma obra complexa. As alças da Nove de Julho também exigem um investimento maior, uma relação entre o Governo do Estado e a concessionária. A gente quer fazer algumas melhorias no trãnsito, como sinalização, orientação de trânsito, para melhorar a questão da circulação de veículos. Isso deve acontecer já nos primeiros meses. Já as obras vão exigir um pouco mais de investimento, questão de um ou dois anos.

Daniel Tv Tem: E o que a população pode esperar este ano para agilizar e melhorar o transporte coletivo?

Bigardi: Eu já conversei com as empresas para algumas correções nos itinerários, que já vão melhorar bastante a questão da circulação entre um bairro e outro, isso já está sendo desenvolvido. Tem algumas questões que serão feitas nos terminais, como melhorias de acesso e saída, que no terminal central já serão feitas já nos próximos meses. Também já cobramos as empresas para colocarem mais ônibus nos bairros e nos finais de semana. Então nós vamos melhorando o sistema aos poucos, mas algumas coisas já estão sendo feitas desde já.

Daniel Tv Tem: As empresas já deram algum retorno sobre essa questão?

Bigardi: Já fizeram um plano e a gente vai caminhar para melhorar o sistema, e futuramente, quem sabe ainda esse ano, a gente vai fazer a isenção de tributos às empresas, para que esse recurso seja investido no sistema de transpote coletivo.

Daniel Tv Tem: Para este ano, prefeito, quais serão as melhorias no transporte coletivo?

Bigardi: Mais ônibus nos bairros, melhoria de itinerário.

Daniel Tv Tem: O senhor promete melhorar e ampliar o atendimento da saúde com a instalação de um hospital, para desafogar o Hospital São Vicente. Para quando é esse hospital?

Bigardi: É imprescindível construir um hospital novo, o Hospital são vicente não tem condições físicas. Os funcionários fazem um grande atendimento, mas o hospital não comporta o atendimento que é feito hoje. Nós vamos fazer uma melhoria já de cara. Nós vamos fazer uma mudança de uma ala do Hospital São Vicente – em 60 dias é possível fazer isso – para uma construção ao lado do São Vicente, que é do lado do Hospital Regional. Então isso já aliviaria o atendimento da população. A longo prazo, médio prazo, a gente vai construir o hospital novo na cidade. Já estamos procurando um terreno, vamos conhecer os investimentos feitos em outras cidades, como São Bernardo do Campo, que construiu um hospital para a cidade. E escolhido o terreno, vamos fazer o projeto e buscar recursos do Governo Federal e até mesmo no orçamento do próprio município. A minha expectativa é de que no ano que vem a gente já tenha esse hospital, ou em obra ou quem sabe em funcionamento. Eu gostaria de terminar esse hospital até o final do ano que vem.

Daniel Tv Tem: O senhor prometeu durante toda a campanha a criação das Upas (Unidades de Pronto-atendimento), que ajudariam a aliviar as unidades básicas e o atendimento da população. Isso tem prazo? Isso já vai acontecer esse ano? Já tem algum retorno do Governo Federal?

Bigardi: Nós já temos um investimento que já tinha sido liberado. A gente está segurando o investimento para esse ano. Para construir a primeira Upa na região do Almerinda Chaves, do Varjão, ou seja, na região de expansão da cidade. As outras três Upas, que é o que Jundiaí tem direito, nós pedimos ao Governo Federal, nós vamos fazer uma visita em fevereiro para apresentar os projetos e, quem sabe, já ter uma liberação de recursos ainda este ano. Agora, além disso, também uma questão importante na saúde, é o funcionamento das unidades básicas, a partir da próxima segunda-feira (6) no horário do almoço, pois elas ficam fechadas, a população espera do lado de fora, o que é ruim. Então, pelo menos o acolhimento, ainda que ela não faça o atendimento nesse período, será a partir dessa segunda-feira.

Daniel Tv Tem: E o horário das Upas, dos pronto atendimentos, vai ser mantido?

Bigardi: Não. A gente já está ampliando a partir da próxima semana, a gente está vendo a ampliação do P.A da Ponte São João, para funcionar 24 horas, e a extensão do horário dos outros P.As até as 20h pelo menos.

Daniel Tv Tem: O senhor citou que já há o recurso para a construção da Upa do Almerinda Chaves. Já há uma previsão para ela começar a sair do papel?

Bigardi: Nós vamos apresentar o projeto para o Governo Federal, que é o recurso de R$ 200 mil para a elaboração do projeto. Apresentando o projeto, eles fazem a liberação do recurso, e a gente já faz a licitação para iniciar as obras.

Daniel Tv Tem: E que obras e ações concretas a população pode esperar para o ano de 2013?

Bigardi: Nós vamos fazer um plano de mobilidade, algumas obras viárias que não exijam tanto investimento, algumas correções viárias em alguns pontos da cidade, iniciar desapropriações para poder fazer a extenção da Avenida dos Ferroviários até Várzea Paulista, e pavimentação. Já vou abrir esse mês agora de janeiro, um plano de pavimentação, uma licitação de pavimentação, para a gente poder pavimentar alguns trechos de pavimentação da cidade que tenham ruas de terra, e recuperar o pavimento em algumas ruas importantes, Avenida dos Imigrantes, que nós vamos fazer desde já, 14 de dezembro, avenidas principais.

Daniel Tv Tem: Até o fim do mandato, quais as melhorias e obras que a população pode esperar?

Bigardi: A gente tem no programa de governo, aprovado pela comunidade, uma série de investimentos. As creches, por exemplo. Queremos zerar essa questão do déficit das creches. Obras viárias para responder a mobilidade, que está muito complicado também. O próprio hospital que a gente quer construir. Portanto tem muito investimento que precisa ser feito na cidade. Então a gente quer trabalhar muito nisso. Uma outra obra importante, que é mais complexa, é uma universidade pública, nós vamos buscar recursos no Governo Federal. Então a gente quer trabalhar muito desde já, realizando coisas emergenciais, mas sempre buscando nosso plano de governo, a realização plena dele no nosso governo.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Genoino pode tomar posse como deputado na próxima semana

Ele entra na vaga de Carlinhos Almeida (PT-SP), que assume prefeitura
BRASÍLIA - A Secretaria-Geral da Mesa da Câmara recebeu nesta quinta-feira o pedido de renúncia do deputado Carlinhos Almeida (PT-SP), o que abre espaço para que o ex-presidente nacional do PT e réu condenado no julgamento do mensalão José Genoino tome posse como parlamentar. Segundo informações da Câmara, o documento pede a desincompatibilização de Almeida do mandato a partir do dia 1º de janeiro, quando assume como prefeito de São José dos Campos (SP). Com isso, se o ex-presidente do PT quiser ocupar uma cadeira na Câmara, ele poderá assumir como deputado já na próxima semana.

Genoino foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por formação de quadrilha e corrupção ativa no julgamento do mensalão e sua pena soma seis anos e 11 meses de prisão, além de multa no valor R$ 468 mil. Ele é o primeiro da lista para assumir um posto na coligação formada nas eleições de 2010, segundo dados levantados pela Câmara. O ex-presidente do PT é o segundo suplente da coligação, mas o primeiro, Vanderlei Siraque (PT-SP), assumiu como deputado federal na vaga deixada por Aldo Rebelo, atual ministro do Esporte.

O presidente da Câmara, deputado Marco Maia (PT-RS), vem defendendo que Genoino tem o direito de assumir o posto mesmo após o STF ter determinado a perda dos diretos políticos dos condenados no julgamento do mensalão. Para Maia, as decisões da Corte só valem após o processo ter sido transitado em julgado.

Fonte: Jornal o Globo

Gerson Sartori (PT) deve assumir a presidência da Câmara

Segundo reportagem do Jornal de Jundiaí Regional, o vereador eleito Gerson Sartori (PT) deve ser escolhido como o novo presidente da Câmara no próximo dia 1º.

Segundo ele, com exceção dos três vereadores do PSDB, todos os parlamentares já confirmaram o apoio. Ele nega que tenha havido troca de cargos pelo apoio à candidatura. "Estou trabalhando com muito diálogo. Não existe isso de troca de favor. Inclusive, o prefeito eleito já definiu seu secretariado."

Apesar de ter saldo positivo nas conversas, Sartori ainda desconversa sobre o cargo. "Ninguém senta na cadeira antes da escolha. Prefiro ainda não comemorar, mas acredito na palavra das pessoas. Posso dizer que está praticamente certo."

Entre os apoiadores estão: 
Paulo Sérgio Martins, do PPS; Leandro Palmarini e Dirlei Gonçalves, do PV; Antônio de Pádua Pacheco, do PSB; Marcelo Gastaldo e Valdeci Delano, ambos do PTB; José Adair e Rogério Ricardo da Silva, do PHS; Marcio Cabeleireiro (PR), José Dias, do PDT; Antônio Carlos Pereira Neto, o Doca, e Roberto Conde, da coligação PP/PRB. Além desses, são votos certos dos "companheiros" Marilena Negro e Paulo Malerba, do PT; e Rafael Purgato (PCdoB).

Bom nome - Para o prefeito eleito Pedro Bigardi, Gerson é um bom nome. "É bom estar esperançoso, mas é preciso aguardar até a última hora. O importante é que ele é preparado e tem experiência." Pedro frisa que não está interferindo nas negociações. "Tenho conversado raramente com os parlamentares. Estou deixando tudo nas mãos do Gerson."

Indecisos? - Apesar de Gerson Sartori afirmar que o PV já sinalizou apoio, o presidente do partido Eduardo Palhares nega que exista decisão formada. "Estamos negociando." A mesma resposta vem de José Dias, Márcio Cabeleireiro, Marcelo Gastaldo, Valdeci Delano, Roberto Conde e Antônio Pádua Pacheco. O presidente do PP Edilson Crispim foi procurado pela reportagem do JJ Regional e não foi localizado.


PSDB - Pelo PSDB, Gustavo Martinelli e José Galvão Braga Campos, o Tico, já manifestaram interesse no posto. O presidente tucano, José Antônio Parimoschi, afirma que fará reunião para definir o nome do candidato tucano à presidência da casa. Entretanto, além de Martinelli e Tico, o PSDB terá apenas um aliado: o também vereador tucano Rafael Antonucci.

Por LUANA DIAS - JJ

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Novo secretariado de Pedro Bigardi - Quase Completo.

                          Faltam apenas guarda Municipal e a novata Secretaria de segurança Pública

Secretaria da Casa Civil
José Carlos Pires (conhecido como Zeca) - Advogado, Homem forte do PC do B estadual, mora em Jundiaí há 1 ano e meio, nasceu na Bahia.

Secretaria de Saúde
Cláudio Miranda - Médico Cardiologista, candidato a prefeito (não eleito) pelo PMDB no segundo turno apoiou Bigardi.

Secretaria de Educação
Durval Orlato(PT) - Vice prefeito eleito, especula-se que ele pode deixar o cargo daqui um ano e dar a vaga para o Ex-prefeito de Várzea Paulista, Prof° Eduardo Tadeu também do PT. 

Secretaria de Obras
Júnior Aprillanti - Candidato a prefeito pelo PC do B em Várzea Paulista, não eleito.

Secretaria de Administração
Denis Crupe - Advogado, membro da equipe de transição. Filho de Osmil Crupe, ex-secretário de Trânsito do ex-prefeito Walmor , presidente do PSD em Jundiaí.

Secretaria de Planejamento e Meio Ambiente
Daniela da Câmara - Arquiteta e Decoradora. 

Secretaria de Assistência Social
Marilena Negro(PT), funcionaria pública, vereadora eleita pelo Partido dos trabalhadores.

Secretaria de Transportes
Dinei Pasqualini - Doou 24 mil reais para a campanha de Pedro. Em seu currículo, está o monitoramento de projetos para a Copa de 2014 na cidade de São Paulo, a estruturação da APO (Autoridade Pública Olímpica) e estudos para diversos dos estádios em reforma por todo o país.

Secretaria de Recursos Humanos
Mary Fornari Marinho - Pós-graduada em Gestão Educacional, trabalhava antes na secretaria de ensino de Jundiaí.

Secretaria de Negócios Jurídicos
Edson Aparecido da Rocha - Ocupava o mesmo cargo na vizinha Várzea Paulista.

Secretaria de Serviços Públicos
Aguinaldo Leite - Ex - assessor do deputado federal Durval Orlato, estava trabalhando na administração petista na cidade de Porto Feliz. Membro do PT de Jundiaí. 

Secretaria de Esportes
Cristiano Lopes - Empresario, praticante de motocross, ex-candidato a vice prefeito junto com Pedro Bigardi, derrotado nas eleições de 2008.

Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Turismo Rural
Marcos Brunholi - Empresario da rede de restaurantes e adegas que leva seu sobrenome.

Secretaria de Comunicação Social
Cristiano Guimarães - Publicitário - Ex-chefe de gabinete do então deputado Pedro Bigardi.

Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência E Tecnologia
Marcelo Cereser - Empresario - Diretor da Castelo Alimentos e Conselheiro da Viti Vinícola Cereser.

Secretaria de Finanças
Paulo Roberto Galvão - Mestre em contabilidade, empresario do ramo.

Secretaria de Cultura
Tércio Marinho - Dançarino, presidente do PC do B de Jundiaí.

Coordenadoria de Igualdade Racial
Vanderlei Victorino (BA) - Coreografo, candidato derrotado pelo PSOL, no segundo turno apoiou Bigardi.

Coordenadoria de Apoio aos Conselhos Municipais
Eginaldo Honório - Advogado, candidato a vice prefeito ao lado de Ibis Cruz, no segundo turno apoiou Bigardi.

Ouvidoria Municipal

João Rocha - Presidente do pequeno e modesto PSL, partido que apoiou Pedro Bigardi nas eleições.

Procon
Adilton Garcia - Advogado, candidato a vereador pelo PPL e presidente do Partido na chapa do Pedro.

Companhia de Informática de Jundiaí (Cijun)
Gilberto Marcus Paulielo de Novaes - Empresario- atua na área de tecnologia desde 1995.

Diretor-Presidente DAE S/A
Jamil Yatim - Membro do PT de Jundiaí, ex-diretor financeiro do CEAGESP, suposta indicação do partido dos trabalhadores através de Paulo vieira, investigado na operação Porto Seguro, segundo a revista época. Trabalhou em Guarulhos, onde foi demitido por justa causa. Yatim nega.

Tv Educativa (TVE)
Thiago Godinho, ex-assessor do Vereador Durval Orlato, jornalista, ex -jornal de Jundiaí.

Guarda Municipal
Ainda não divulgado - Especulações dizem que será a delegada Fatima Giassetti.

Segurança Pública
Ainda não divulgado - Especulações dizem que será o delegado Paulo Sérgio Martins

Fumas(Fundação Municipal de Ação Social)
Rodrigo Mendes Pereira - Graduado em Direito pela USP. Atua no Terceiro Setor. Assessor jurídico e técnico em projetos sociais.

Iprejun(Instituto de Previdência de Jundiaí)
Eudis Urbano, Gerente Executivo do INSS Jundiaí


Escola de Governo
Marcelo Lo Monaco - Foi o coordenador do plano de governo do prefeito eleito Pedro Bigardi.

Defesa Civil
Coronel Carbonari - Coronel da policia militar do estado de São Paulo, candidato a vereador pelo PSL, não eleito.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Orgulho por ter mudado?

*Artigo de Marcio Ferrazzo

Menos pelo conteúdo que o atual prefeito Miguel Haddad disse recentemente em entrevista no Jornal de Jundiaí e mais pelo tom, o recado está transmitido: ele permanece no jogo e não deixará as pessoas esquecerem a contribuição que deu para a cidade até aqui – não muda de partido porque ele tem o DNA da mensagem a ser trabalhada.

Se a população resolveu exercer a saudável alternância de poder, não quer dizer que não credite ao longo e bem sucedido projeto político tucano, boa parte – se não a totalidade – dos méritos pelo sentimento de orgulho da cidade. O desafio de manter e transformar essa percepção será do tamanho da expectativa que o prefeito eleito, Pedro Bigardi, gerou na campanha eleitoral.

O orgulho de ser jundiaiense sempre foi o principal mote do PSDB para pregar o certo contra o duvidoso. Construiu isso com muita habilidade e só chegou ao segundo turno nesta eleição pela solidez desse alicerce – mesmo diante dos inúmeros errosna campanha, do desconhecimento do nome de seu candidato, Luiz Fernando Machado,perante os eleitores e do extremo desgaste natural pelos mais de 20 anos de poder.

Curioso o fato de que o slogan da campanha vitoriosa, “Confiança para Renovar”, poderia naturalmente ser utilizado por Machado. A própria frase reconhece o legado e propõe à cidade que, simplesmente, renove. Comum ouvir de muitos eleitores que não importava o motivo, mudar era preciso.

Derrotado quatro vezes na tentativa de chegar à chefia do Executivo, o prefeito do PCdoB terá agora que arcar com o ônus de governar uma cidade que não se contenta com pouco e construir na prática a imagem de bom gestor, conseguindo aliar o apetite naturalmente voraz de partidos há tantos anos na espreita com sua promessa de cortar significativamente os cargos em comissão e privilegiar nomes técnicos,por exemplo.

Cada nomeação de um secretário inexperiente ou reconhecido pela opinião pública como mera acomodação política poderá no caso de uma eventual crise do futuro governo, servir de munição para ser acusado de incompetente e fraco politicamente, o contraponto ideal para abastecer o grupo liderado por Haddad.

Bigardi não terá elementos para seguir os passos do ex-presidente Lula e demonizar seu antecessor. Mesmo com a grande contribuição dada ao país, Fernando Henrique Cardoso entregou o governo num período de crise econômica e, apesar dos significativos avanços institucionais, com uma das maiores desigualdades sociais do planeta.

Estratégia diversa foi usada por Bigardi em recente artigo publicado no Jornal Bom Dia Jundiaí, assinado em conjunto com sua futura secretária de Planejamento, Daniela Câmara, onde buscou ligar a paternidade do sucesso de Jundiaí a razões como a privilegiada localização geográfica e importantes períodos históricos, de certa forma buscando desconstruir a imagem projetada pelo PSDB.

Para desmontar a armadilha colocada adiante, o grupo político do futuro governo precisa ir além desse frágil discurso e materializar perante os olhos da população o porquê sua vitória foi necessária.Mesmo se conseguir manter o padrão administrativo, terá que mudar claramente práticas políticas e ser reconhecido por isso.

Márcio Ferrazzo é estudante e empresário, foi assessor especial da Juventude, presidente dos Novos Tucanos de Jundiaí e secretário estadual de Jovens Candidaturas do PSDB. Desde janeiro de 2012, se desligou do partido e da prefeitura.

Lula deu 'ok' a empréstimos do mensalão e recebeu de esquema, diz Valério

Novas acusações fazem parte de depoimento prestado por empresário mineiro à Procuradoria-Geral da República em 24 de setembro, dias após ser condenado pelo STF


O empresário Marcos Valério Fernandes de Souza disse no depoimento prestado em setembro à Procuradoria-Geral da República que o esquema do mensalão ajudou a bancar "despesas pessoais" de Luiz Inácio Lula da Silva. Em meio a uma série de acusações, também afirmou que o ex-presidente deu "ok", em reunião dentro do Palácio do Planalto, para os empréstimos bancários que viriam a irrigar os pagamentos de deputados da base aliada.

Beto Barata/AE
Freud e Lula na Granja do Torto no fim de 2002
Valério ainda afirmou que Lula atuou a fim de obter dinheiro da Portugal Telecom para o PT. Disse que seus advogados são pagos pelo partido. Também deu detalhes de uma suposta ameaça de morte que teria recebido de Paulo Okamotto, ex-integrante do governo que hoje dirige o instituto do ex-presidente, além de ter relatado a montagem de uma suposta "blindagem" de petistas contra denúncias de corrupção em Santo André na gestão Celso Daniel. Por fim, acusou outros políticos de terem sido beneficiados pelo chamado valerioduto, entre eles o senador Humberto Costa (PT-PE).

A existência do depoimento com novas acusações do empresário mineiro foi revelada peloEstado em 1.º de novembro. Após ser condenado pelo Supremo como o "operador" do mensalão, Valério procurou voluntariamente a Procuradoria-Geral da República. Queria, em troca do novo depoimento e de mais informações de que ainda afirma dispor , obter proteção e redução de sua pena. A oitiva ocorreu no dia 24 de setembro em Brasília - começou às 9h30 e terminou três horas e meia depois; 13 páginas foram preenchidas com as declarações do empresário, cujos detalhes eram mantidos em segredo até agora.

O Estado teve acesso à íntegra do depoimento, assinado pelo advogado do empresário, o criminalista Marcelo Leonardo, pela subprocuradora da República Cláudia Sampaio e pela procuradora da República Raquel Branquinho.

Valério disse ter passado dinheiro para Lula arcar com "gastos pessoais" bem no início de 2003, quando o petista já havia assumido a Presidência. Os recursos foram depositados, segundo o empresário, na conta da empresa de segurança Caso, de propriedade do ex-assessor da Presidência Freud Godoy, uma espécie de "faz-tudo" de Lula.

O operador do mensalão afirmou ter havido dois repasses, mas só especificou um deles, de aproximadamente R$ 100 mil. Ao investigar o mensalão, a CPI dos Correios detectou, em 2005, um pagamento feito pela SMPB, agência de publicidade de Valério, à empresa de Freud. O depósito foi feito, segundo dados do sigilo quebrado pela comissão, em 21 e janeiro de 2003, no valor de R$ 98.500.

Segundo o depoimento de Valério, o dinheiro tinha Lula como destinatário. Não há detalhes sobre quais seriam os "gastos pessoais" do ex-presidente.

Ainda segundo o depoimento de setembro, Lula deu o "ok" para que as empresas de Valério pegassem empréstimos com os bancos BMG e Rural. Segundo concluiu o Supremo, as operações foram fraudulentas e o dinheiro, usado para comprar apoio político no Congresso no primeiro mandato do petista na Presidência.

No relato feito ao Ministério Público, Valério afirmou que no início de 2003 se reuniu com o então ministro da Casa Civil, José Dirceu, e o tesoureiro do PT à época, Delúbio Soares, no segundo andar do Palácio do Planalto, numa sala que ele descreveu como "ampla" que servia para "reuniões" e, às vezes, "para refeições".

Ao longo dessa reunião, Dirceu teria afirmado que Delúbio, quando negociava com Valério, falava em seu nome e em nome de Lula. E acertaram, ainda segundo Valério, os empréstimos.

Nessa primeira etapa, Dirceu teria autorizado o empresário a pegar até R$ 10 milhões emprestados. Terminada a reunião, contou Valério, os três subiram por uma escada que levava ao gabinete de Lula. Lá, na presença do presidente, passaram três minutos. O empresário contou que o acerto firmado minutos antes foi relatado a Lula, que teria dito "ok".

Dias depois, Valério relatou ter procurado José Roberto Salgado, dirigente do Banco Rural, para falar do assunto. Disse nessa conversa que Dirceu, seguindo orientação de Lula, havia garantido que o empréstimo seria honrado. A operação foi feita. Valério conta no depoimento que, esgotado o limite de R$ 10 milhões, uma nova reunião foi marcada no Palácio do Planalto. Dirceu o teria autorizado a pegar mais R$ 12 milhões emprestados.

Portugal Telecom. Em outro episódio avaliado pelo STF, Lula foi novamente colocado como protagonista por Valério. Segundo o empresário, o ex-presidente negociou com Miguel Horta, então presidente da Portugal Telecom, o repasse de recursos para o PT. Segundo Valério, Lula e o então ministro da Fazenda, Antonio Palocci, reuniram-se com Miguel Horta no Planalto e combinaram que uma fornecedora da Portugal Telecom em Macau, na China, transferiria R$ 7 milhões para o PT. O dinheiro, conforme Valério, entrou pelas contas de publicitários que prestaram serviços para campanhas petistas.

As negociações com a Portugal Telecom estariam por trás da viagem feita em 2005 a Portugal por Valério, seu ex-advogado Rogério Tolentino, e o ex-secretário do PTB Emerson Palmieri.

Segundo o presidente do PTB, Roberto Jefferson, Dirceu havia incumbido Valério de ir a Portugal para negociar a doação de recursos da Portugal Telecom para o PT e o PTB. Essa missão e os depoimentos de Jefferson e Palmieri foram usados para comprovar o envolvimento de José Dirceu no mensalão.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Dos seis nomes de hoje, 5 foram troca de apoio politico. Conheça os novos nomes:

Novos secretários e coordenadores de hoje. Semana que vem a previsão é de que termine as nomeações de secretários e coordenadores.
João rocha ao centro, Presidente do PSL Jundiaí - Ouvidoria municipal.
Facebook: Não tem
Durval Orlato PT - Vice prefeito eleito- Secretario de Educação.Facebook: www.facebook.com/durvalorlato


Tércio Marinho Presidente do PC do B Jundiaí - Secretario de Cultura.
Facebook: Não tem



Vanderlei Victorino B.A - Coreografo - Ex- Candidato a prefeito pelo PSOL - Coordenadoria de igualdade Racial. no segundo turno apoiou Bigardi.


Paulo Roberto Galvão - Contador, Secretario de finanças
Mestrado em Ciências Contábeis.
Esse é bom!!!


Eginaldo Honório(Advogado vice do Ibis) - Coordenadoria de apoio aos conselhos municipais. Apoiou Bigardi no segundo turno.

Dos seis nomes de hoje, 5 foram troca de apoio politico. E aí, gostaram da renovação? =)

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Jundiaí, sempre um passo a frente...

José Antonio Parimoschi - Secretario de finanças
A FIRJAN – Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro acaba de divulgar o ranking com a evolução socioeconômica dos 5.565 municípios brasileiros. O Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM) revelou, que entre 2000 e 2010, mais que dobrou a quantidade de cidades brasileiras em patamar moderado de desenvolvimento. Jundiaí aparece na 9ª colocação, considerando o ranking geral das cidades. Analisando as cidades de mesmo porte populacional (de 200 a 500 mil), subimos para a 2ª posição no país e no estado. 

O diferencial na sua classificação está na nota obtida, superior a 0,9 (o índice vai de 0 a 1). Somente duzentas cidades conseguiram alcançar o patamar alto de desenvolvimento, a grande maioria delas localizadas nas regiões Sudeste e Sul. 

O IFDM tem periodicidade anual e considera três áreas de desenvolvimento: emprego e renda, educação e saúde, utilizando-se de estatísticas oficiais divulgadas pelos Ministérios do Trabalho, Educação e Saúde. Em 2012, os dados oficiais mais recentes disponíveis são de 2010, o que possibilitou uma análise detalhada das transformações sociais que marcaram as cidades brasileiras na primeira década dos anos 2000.

Os resultados mostram que Jundiaí se transformou numa das cidades mais importantes do país na última década, impulsionada por um período de prosperidade econômica e de investimentos públicos em áreas sociais estratégicas, como educação e saúde. A cidade, que tem cerca de 380 mil habitantes, cresceu a uma taxa geográfica de 1,3% ao ano, menos que a média das cidades do mesmo porte nos últimos dez anos (1,9%), e possui bons indicadores de bem estar, que refletem na qualidade de vida da sua população.

Na economia, o município vem apresentando acentuado crescimento dos níveis de renda e emprego, com a atração de novas indústrias – diversificando ainda mais o seu parque –, expansão do comércio e do setor de serviços. Em números, Jundiaí deve fechar o ano de 2012 com um Produto Interno Bruto (PIB) projetado de cerca de 25 bilhões de reais, isto é, pouco acima de 2 bilhões de reais médios mensais, e um orçamento de 1,6 bilhão de reais para 2013 (300% maior do que o orçamento executado em 2005). Educação e saúde ficam com cerca de 44% do total das receitas arrecadadas pelo município, ou com 713 milhões de reais.

Jundiaí está em um ponto privilegiado do Estado, a 50 quilômetros da capital; servida pelas principais rodovias do país e próxima de portos, ferrovias e aeroportos. Além disso, possui várias faculdades e escolas técnicas, um aeroporto, distritos industriais, alguns shopping centers com modernas instalações, fórum, complexos poliesportivos, estádios, museus, bibliotecas públicas e privadas, terminais rodoviários municipais e intermunicipais, teatros, centros culturais e artísticos, entidades sindicais e patronais, além de incontáveis parques públicos, jardins e praças arborizadas. Essa teia de fatores combinados com a boa infraestrutura é que garante ao município estar sempre à frente do seu tempo.e do desenvolvimento.

José Antonio Parimoschi é Secretário de Finanças de Jundiaí.

Pesquisar matérias anteriores