quinta-feira, 31 de março de 2016

Batalha de bandas - Inscrições para o Music Food Festival vão até 6 de abril

Segunda temporada da “batalha de bandas” da Le Chef a Pé - Food & Art acontecerá durante a edição de abril da Feira, nos dias 15, 16 e 17. Basta mandar um e-mail e receber o edital de participação!
 A feira gastronômica que reuniu, na edição de março, 15 mil pessoas na avenida 9 de Julho, em Jundiaí (atrás do posto Bate-Bola), prepara, para o mês de abril, um evento que promete agitar o cenário musical de toda a Região. A Le Chef a Pé – Food & Art promove a segunda temporada do Music Food Festival. Nesta “batalha” de bandas independentes, a disputa pelos primeiros lugares ocorre a partir das apresentações, que ocorrerão no decorrer dos 3 dias de feira – em 15, 16 e 17 de abril –, para o público e uma comissão julgadora presentes.
Bandas de rock, pop rock, folk, indie, blues, jazz, mpb e samba de raiz, de Jundiaí e região, podem concorrer. A data-limite para as inscrições é 06 de abril. Para se inscrever, basta mandar um e-mail para producao@lechefape.com.br e receber o edital, com todo o regulamento. Podem participar grupos que apresentem tanto covers quanto músicas próprias.
Jurados avaliam as bandas na ultima edição do festival
De todos os que se inscreverem para esta edição, apenas 8 serão selecionados por uma curadoria e farão seus shows nos 3 dias da edição de abril da Le Chef a Pé. As bandas escolhidas para participar serão anunciadas nas redes sociais e em toda a imprensa. Durante o evento, as bandas farão seus shows e serão avaliadas por um júri especializado dentro de um ritual criativo, e as 4 melhores receberão muitos prêmios. Entre os jurados já confirmados, estão Tércio Marinho, secretário de Cultura de Jundiaí, e Cleberson Alexandro Pinto, diretor de ação comunitária da Secretaria de Cultura. 
O encerramento do MFF ficará por conta da banda Nícidos, que venceu a primeira edição, em abril de 2015. 
 No ano passado, a primeira edição do festival atraiu um público de 42 mil pessoas nos 4 finais de semana que durou o festival. Foram 12 bandas que se apresentaram e, entre as melhores colocadas, além da premiação, muitas começaram a ganhar espaço na cena local a partir do Music Food Festival.
Para saber mais sobre o Music Food Festival e outras novidades da edição de abril da Le Chef a Pé – Food & Art, curta a página no Facebook (www.facebook.com/feiralechefape/)
As bandas interessadas em participar da batalha deverão enviar e-mail para producao@lechefape.com.br com os seguintes materiais que para avaliação:
  • Vídeos do youtube (se tiver);
  • Músicas Gravadas;
  • Fotos; - Logotipo (aberto e fechado);
  • Perfil de Facebook ou de outras redes sociais;
  • Clipe (se tiver);
  • Manual de identidade (se tiver);
  • Mini-histórico da banda.
Texto e imagem: Reprodução Le Chefe a pé

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Conheça os possíveis candidatos a Prefeito de Jundiaí em 2016

Pode parecer cedo para nós, mas os partidos políticos já estão em ritmo acelerado para a disputa das eleições municipais de 2016. Confira quem pode ser pré-candidato a Prefeito e um breve resumo sobre cada um. Lista em ordem alfabética: 

Alexandre Pereira – Solidariedade
Alexandre Pereira mora em Jundiaí e foi eleito deputado estadual pelo Solidariedade com mais de 60 mil votos. No meio político o seu nome tem circulado como uma possibilidade de disputa ao cargo de Prefeito. Alexandre é filho do também deputado e Presidente da Força Sindical, Paulinho da Força. 


Cristiano Lopes – PSD
Atualmente secretario de esportes do governo Pedro Bigardi. Cristiano disputou como vice ao lado do atual Prefeito, nas eleições de 2008 pelo PSB, mas foram derrotados por Miguel Haddad. Com a vitória de Pedro em 2012, Cristiano foi convidado para assumir a pasta dos esportes e migrou para o PCdoB. Recentemente mudou de partido e agora está no PSD de Gilberto Kassab. Nos bastidores seu nome é cogitado para ser vice do atual prefeito Pedro Bigardi. 


Dr. Pacheco – REDE
Médico pneumologista, atualmente é vereador pelo REDE e já demonstrou diversas vezes sua vontade em disputar a Prefeitura de Jundiaí. Seu partido, o REDE, acaba de ser criado e Pacheco tenta se viabilizar politicamente para a disputa. 


Gerson Sartori - PT
Atualmente vereador, Gerson foi Presidente da Câmara até dezembro de 2014. Dentre seus projetos de maior relevância está a criação da tribuna livre – espaço onde qualquer cidadão pode usar a tribuna da câmara por cinco minutos para expor opiniões na sessão. Gerson Sartori foi o vereador mais votado do PT em 2012.


Gustavo Martinelli – PSDB
Atualmente vereador pelo PSDB, Gustavo foi o vereador mais votado no ultimo pleito obtendo mais de 5 mil votos. Também já demonstrou interesse em “alcançar vôos maiores”. Em 2014 quase disputa o cargo de deputado estadual, mas não obteve êxito na ocasião. Nos bastidores políticos, seu nome também é cogitado como uma possibilidade para ser o candidato a vice de Miguel ou Luiz Fernando.


Luiz Fernando Machado - PSDB
Foi vereador e Presidente da Câmara municipal de Jundiaí. Em seguida foi vice-Prefeito de Miguel Haddad e logo na seqüência venceu para Deputado Federal. Atualmente é deputado estadual no pleito 2014 x 2018. Candidatou- para Prefeito em 2012, mas perdeu a disputa para o atual prefeito, Pedro Bigardi. Luiz é o nome mais cogitado para disputar a prefeitura pelo PSDB em 2016.



Miguel Haddad - PSDB
Atualmente deputado federal, Miguel foi Prefeito de Jundiaí 3 vezes. Tem feito algumas falas afirmando que não será candidato em 2016 e que deve apoiar novamente o nome de Luiz Fernando (foto acima). Internamente Miguel tem feito diversas reuniões nos bairros da cidade, o que aumenta a possibilidade dele ser candidato a prefeito pelo PSDB.


Paulo Sérgio Martins – PPS
Delegado de policia de Jundiaí. Paulo Sérgio Martins atualmente é vereador pelo segundo mandato consecutivo. Seu partido, o PPS, encabeça um projeto de "Terceira Via" composto por 8 partidos e pretende lançar alguém para representar este grupo. No PPS o nome mais conhecido é o de Paulo Sérgio.


Pedro Bigardi – PCdoB
Atual Prefeito de Jundiaí, tentará a reeleição. Pedro foi deputado estadual pelo PT e depois pelo PCdoB. Disputou a Prefeitura pela primeira vez em 1996. Foi eleito em 2012.


Ricardo Benassi – PSDB
Engenheiro e Empresário Jundiaiense. Sobrinho do ex-prefeito André Benassi. Ainda não disputou nenhum cargo público na cidade. Atualmente Ricardo é membro da executiva do PSDB de Jundiaí e já demonstrou interesse em disputar para Prefeito. Ricardo tem feito reuniões na cidade e tem apoio de vários partidos e entidades.


Val Freitas – PSC
Ex-vereador de Jundiaí. Ganhou o titulo de vereador mais atuante da cidade durante um de seus 2 mandatos. Ligado à igreja Assembléia de Deus, Val Freitas foi candidato a Deputado Estadual em 2014, mas não se elegeu. Atualmente sem mandato, Val Freitas tem se reunido com lideranças da cidade e demonstrado interesse em disputar a Prefeitura.

Além dos mencionados acima, também existe interesse dos nomes: 

Durval Orlato (PROS e atual vice-Prefeito)
Vanderlei Victorino o B.A (Atualmente diretor do governo Pedro Bigardi e disputou as ultimas eleições)
Claudio Miranda (Ex-Vereador, ex-secretario de saúde de Pedro Bigardi e também disputou a Prefeitura na ultima eleição)
Cesar Tayar (PCB) dentista, ativista politico e blogueiro responsável pelo blog do Beduíno (http://cesartayar.blogspot.com.br/)
Paulo Tafarello (PSOL). Professor universitário e ex-filiado do PT de Jundiaí onde disputou para vereador. 

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Funcionário ligado à oposição sindical fala sobre a greve dos ônibus.

Temendo possíveis problemas internos, este funcionário ligado à oposição sindical topou fornecer uma entrevista para o Blog Jovem Jundiaiense na condição de não ter sua identidade revelada. 

Segue a entrevista:

Blog Jovem Jundiaiense: O que os motoristas querem exatamente?
Funcionário: Reposição salarial, pois a categoria esta com um índice defasado, inclusive com uma grande perda em 2013, onde a justiça julgaria mais 3% restante de reposição, porém o sindicato que representa a categoria não entrou com ação para isso revoltando a todos.

Blog Jovem Jundiaiense: Essa briga é entre Prefeitura x Empresas ou Empresas x Funcionários?
Funcionário: Não é uma briga, mas um desentendimento antigo entre sindicato, categoria e empresas.

Blog Jovem Jundiaiense: Quanto as empresas querem oferecer e o que a prefeitura diz?
FuncionárioAs empresas oferecem 8%, a prefeitura apoia os 8%, pois antes de tudo isso fez uma jogada política anunciando a manutenção da tarifa de ônibus, tudo isso para tentar ganhar a população, assim havendo um percentual maior no reajuste, a promessa do prefeito de manter a tarifa vai por água abaixo, e por isso cá entre nós, já está tudo acertado entre o BIGARDI, empresários e sindicato para que a categoria não tenha o reajuste, assim a GREVE continua por pura politicagem da Prefeitura de Jundiaí.

Blog Jovem Jundiaiense: Por que a prefeitura diz que essa greve é ilegal?
Funcionário: Por que a greve não foi iniciado pelo sindicato, que já tava alinhado com a PMJ e estava segurando o dissídio coletivo da categoria, que ganhou esta ideia e deflagrou a greve sozinha com o apoio de 100% da categoria. Mas para a categoria não há ilegalidade, pois se fosse ilegal, o Juiz determinaria 100% da frota na rua, e como isso não foi feito ele mesmo deixou claro que a GREVE é legal até Julgamento nesta Quinta (22).

Blog Jovem Jundiaiense: Existe um racha nos sindicatos que defende os motoristas?
Funcionário: Não diria um racha, pois um racha seria dividir em partes certo ? Mas não, a categoria em peso não reconhece este sindicato pelego como representante da categoria, pois eles nunca lutaram pelos trabalhadores, perdemos muito com esta atual diretoria, e o nosso sonho e tirar eles de lá.

Blog Jovem Jundiaiense: Se houvesse aumento nas passagens como nos anos anteriores, as empresas teriam resolvido essa questão com os funcionários e a greve já teria acabado?
Funcionário: Sim, isso já teria sido resolvido, o problema que a tarifa em Jundiaí é muito cara, e o Prefeito se elegeu prometendo redução de tarifa, e até agora ele manteve, então ainda não cumpriu a promessa de redução.

Blog Jovem Jundiaiense: A prefeitura disse na greve do ano passado (que durou quase 3 dias) que não poderia dar aumento para ás empresas pois o orçamento era do PSDB, agora o orçamento é deles e ainda maior. Como eles explicaram isso aos sindicatos?
Funcionário: Simples, a prefeitura esta fazendo politica em cima disto, para manter a tarifa ela fez as contas, e assim, os salários dos trabalhadores não poderiam ter um reajuste maior do que 8%, pois a explicação que eles passam ao sindicato é que se passar de 8% o orçamento estoura, pois não há fundos para cobrir os gastos. Mas na verdade isso não confere, pois há orçamento, só não há gestão, e se houvesse já teríamos redução de tarifa e sem subsídios para as empresas que estão embolsando milhões com isto, o que nos deixa com a pulga atrás da orelha né.

Blog Jovem Jundiaiense: Existe previsão para os ônibus voltarem ao normal na cidade?
Funcionário: Não existe, apenas se o aumento for designado para os trabalhadores, e a cada dia mais ônibus para, hoje cerca de 30% roda na cidade, com funcionários contratados de última hora, sem treinamento, sem curso de transporte de passageiros, mecânicos das garagens, lavadores, tapeceiros, auxiliares de limpeza e etc.. colocando a vida do usuário do sistema, e a prefeitura não esta se preocupando com isso, os passageiros estão a deriva e eles não querem fiscalizar esta irregularidade, se fiscalizar o minimo do minimo que roda, para de circular.

segunda-feira, 3 de março de 2014

Comunicado da prefeitura sobre os valores gastos no Bloco Refogado do Sandi.

A Prefeitura de Jundiaí, por meio da Secretaria de Cultura, esclarece que a contratação de empresa para locação e instalação de som para o início das festividades carnavalescas no Centro da cidade ocorreu dentro do que determina a legislação.

Conforme edital publicado na Imprensa Oficial do Município e à disposição da população no Portal da Transparência, o serviço realizado pela empresa Luiz C. Alves ME envolveu a instalação de 30 caixas de som ao longo das ruas Barão de Jundiaí (num trajeto entre a praça Ruy Barbosa e o cruzamento com a rua Siqueira da Moraes) e Rosário (do trecho entre o cruzamento com a rua Siqueira de Moraes e a rua Engenheiro Monlevade).

As caixas de som comportavam ainda 30 suportes, além de 5 mil metros de cabos para que houvesse conexão entre elas e o estúdio móvel, também contratado e que ficou estacionado ao lado da Catedral Nossa Senhora do Desterro.

O contrato previa ainda um caminhão de som de 20 mil watts de potência, mesa de som, equilizadores de potência, decibelímetro, rádio-comunicadores, aparelho link para que as caixas de som pudessem retransmitir o áudio do caminhão e os instrumentos musicais (percussão e metais) utilizados pela banda. Doze profissionais da empresa contratada prestaram o serviço, realizado durante a noite e madrugada da quarta-feira (26), quinta-feira (27) e sexta-feira (28). A medida foi necessária para que o comércio e o trânsito locais não fossem prejudicados.

É importante ressaltar que os R$ 77,4 mil pagos pela contratação de todos os equipamentos já qualificados, da mão de obra e montagem/desmontagem do sistema de som estão de acordo com o valor de mercado cobrado e também com o período do ano destinado à realização de eventos deste porte.

Oferecer este serviço aos milhares de cidadãos que participaram do tradicional bloco carnavalesco foi um ato de segurança, uma vez que as pessoas não precisaram neste ano se aglomerar próximo ao caminhão de som para acompanhar as músicas tocadas pela banda.

O estúdio móvel levado pela empresa serviu também como base para o trabalho de segurança pública. Por ele, por exemplo, foi possível que pais pudessem encontrar crianças que se perderam em meio à multidão. A própria Polícia Militar pediu auxílio do sistema de som para que um menino portador de deficiência intelectual localizasse os responsáveis – o efeito, por meio das 30 caixas de som espalhadas pelo trajeto, foi imediato.

A Prefeitura de Jundiaí lamenta que comentários mal intencionados tenham sido feitos em jornais e nas mídias sociais com o único propósito de atacar a atual administração municipal. O poder público reforça a missão de continuar zelando pelo cuidado com a cidade e com as pessoas de Jundiaí.

Prefeitura De Jundiaí
Cuidar da cidade é cuidar das pessoas.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Obras do parque Jardim do Lago seguem abandonadas.

Obras do Parque Jardim do Lago (que seria semelhante aos demais parques da cidade) estão paradas há quase dois anos. Parque é herança da gestão anterior. 







quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Ex-Presidente do DAE explica o caso da possivel falta d'agua em Jundiaí

Segundo matéria do jornal, podemos ter apenas 25 dias de agua
Água em Jundiaí

Por: Ademir Pedro Victor – diretor-presidente da DAE de 2001 a 2004

Jundiaí é abastecida de água tratada, cuja captação se dá no seu principal manancial: o rio Jundiaí Mirim. Em média, a população da cidade consome 1300 litros de água por segundo. O rio Jundiaí Mirim, durante a estiagem, produz cerca de 300 litros por segundo. MAS POR QUE ENTÃO NUNCA FALTOU ÁGUA EM JUNDIAÍ?

Primeiro, porque a DAE construiu uma represa com o objetivo de regularizar a vazão do rio Jundiaí Mirim, em 1996. Além disso, em 2012, teve o cuidado de duplicar a capacidade de reservação: de 5 bilhões de litros para 12,5 bilhões de litros. Mais que o dobro!

Além disso, para que isso funcione como projetado, a DAE sempre trabalhou em cima de dois pontos: 1. toda e qualquer água de chuva que ocorra durante o ano deve ser reservada e 2. É PRECISO FAZER O BOMBEAMENTO DO RIO ATIBAIA (conforme outorga concedida pelo Estado para atender o abastecimento da cidade).

NÃO CONSEGUIRÍAMOS SOBREVIVER SEM A COMPLEMENTAÇÃO DO RIO ATIBAIA. O número de meses em que se deve ligar as bombas depende muito do regime de chuva. Por isso, é preciso, sempre, ficar atento ao nível da represa, à previsão meteorológica e às médias de chuvas mensais, em um estreito relacionamento com o Comitê de Bacias e com a Sabesp, que monitora o Sistema Cantareira.

FOI ASSIM QUE JUNDIAÍ FOI RECONHECIDA, PELA ONG TRATA BRASIL, COMO A MELHOR CIDADE EM SANEAMENTO BÁSICO (ÁGUA E ESGOTO) DO PAÍS.

Muito se fala sobre o governo do PSDB ter garantido água para Jundiaí por várias décadas. Mas como entender esta conta?

A afirmação de que dispomos de capacidade hídrica para atender Jundiaí por várias décadas não é mero jogo de palavras ou achismo. É resultado de dados estatísticos e cálculos matemáticos.

Mantidas as taxas atuais de crescimento populacional, Jundiaí terá, em 2050, 680.000 habitantes.

Hoje, a disponibilidade hídrica máxima de que dispomos é de 2650 litros por segundo.

Ou seja: se hoje, com 370.000 habitantes, consumimos 1300 litros por segundo, em 2050, mantidas as características de consumo, chegaremos a 2399 litros por segundo. 

ASSIM, PODEMOS DIZER QUE HÁ CONDIÇÕES DE TER ÁGUA PARA AS PRÓXIMAS DÉCADAS, MANTENDO-SE A QUALIDADE DE VIDA, DESDE QUE TENHAMOS COMPETÊNCIA PARA OPERAR AS ESTRUTURAS QUE CONSEGUIMOS CONSTRUIR.

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Os vultos de Jundiaí

Catedral da Matriz, Centro de Jundiaí


Por Jones Henrique Martins.
Foto: Alexandre Martins

O número de moradores de rua em nossa cidade cresceu drasticamente nos últimos anos, o que aponta esse dado não é nenhuma pesquisa formal do IBGE, mas sim as diversas vezes que nos deparamos com alguém pedindo dinheiro na janela do nosso carro ou deitado em alguma calçada esperando um dia que possivelmente nunca chegará.

Eles são imperceptíveis aos olhos da maioria dos que passam, que se acostumaram a seguir a rotina sem parar para ouvir as vozes que vêm das calçadas. Esses "vultos" quase sempre têm famílias, tiveram emprego, uma casa, um propósito. Quando são notadas quase sempre é porque se tornaram um incômodo, ou uma ameaça.

As historias são parecidas, os motivos por estarem nessas situações também. O consumo de drogas licitas e ilícitas como álcool e crack fazem esses seres humanos perderem toda a dignidade que ainda lhes restam para disputar uma sobra de comida ou uma moeda para viver mais um dia.

Sobreviver nas ruas é uma conquista individual e "mais uma vez" cotidiana, em que cada dia é mais um dia, em que a garantia da própria vida é lucro em relação ao que se pode esperar do futuro. Mesmo assim, sobreviver nestas condições é visto como alternativa real e possível no ponto de vista de quem vive nas ruas. A violência é apenas mais um fator da luta pela sobrevivência. O que fazer?

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Prefeitura explica caso das EMEB'S em meio periodo

Secretaria de Educação reestrutura sete Emebs

A Secretaria de Educação inicia um processo de reorganização das creches e pré-escolas municipais. O objetivo é atender a demanda por vagas em meio período para as creches. A mudança efetiva se dará no início do ano letivo de 2014 em sete creches.

Segundo o secretário de Educação, Durval Orlato, a cidade possui atualmente 30 creches municipais, todas em período integral, que atendem cerca de 5 mil crianças, e 30 pré-escolas, todas com oferta de vagas só em meio período.

“Não temos a disposição de vagas para meio período nas creches, mas temos esta demanda. Para se ter ideia, temos mais de mil crianças na faixa de 3 anos de idade que deveriam estar na creche, mas estão nas pré-escolas, porque a necessidade de muitos pais é por meio período”, explica Orlato. “Queremos oferecer escolas de educação infantil (creches e pré-escolas) com todas as opções, integral e meio período.”

A mudança ocorrerá em sete creches, que a partir de 2014 passarão a atender em meio período. São elas: Profa. Abigahil Alves Fêur Borin (Eloy Chaves), Alvarina Barbosa Martins (Jardim Bonfiglioli), Profa. Brígida Gatto Rodrigues (Jardim Bonfiglioli), Profa. Cleonice Adolpho de Farias (Jardim Guanabara), Prefeito Manoel Aníbal Marcondes (Centro), Profa. Maria de Lourdes Gonçalves Barros (Bairro Boa Vista) e Pier Ângela (Jardim do Lago).

“É importante frisar que todas as crianças destas Emebs serão avaliadas quanto à necessidade do período integral. Todas que necessitarem serão remanejadas para uma creche próxima, própria ou conveniada, de acordo com cada avaliação”, destaca Orlato.

Ainda de acordo com o secretário, foram seguidos três critérios para a escolha destas sete creches: região, capacidade e proximidade de outras creches. “Escolhemos creches em centros urbanos populosos, com número menor de alunos e próximas de outras creches, o que permite o remanejamento das crianças destas sete Emebs que necessitam de atendimento no período integral”, explica.

As creches que passarão a atender em meio período terão dois turnos distintos, portanto, o período de funcionamento da creche continuará o mesmo. “Com essa mudança teremos 500 vagas para quem tem necessidade das matrículas em meio período. Hoje há demanda para isso”, afirma o secretário.

Quaisquer dúvidas devem ser dirigidas à direção das escolas citadas ou à Secretaria de Educação.

Assessoria de Imprensa PMJ

Matéria disponível em: http://goo.gl/W0NCNt

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Manifestantes provocam acidente ao tentar invadir rodovia em Jundiaí, SP

Um acidente de trânsito foi provocado por cerca de 30 manifestantes no momento em que tentavam invadir a rodovia Anhanguera, na altura do quilômetro 58, em Jundiaí (SP). O acidente foi às 20h40 desta segunda-feira (1º). De acordo com a concessionária que administra a rodovia, um caminhão guincho parou na pista quando os moradores tentavam invadir.

A concessionária informou que uma carreta que seguia pela via, sentido capital-interior, não conseguiu frear e bateu na traseira do outro veículo, que acabou atingindo quatro pessoas.

Ainda conforme a concessionária, duas vítimas tiveram ferimentos leves e outras duas têm o estado de saúde moderados. Eles foram levados para o pronto-socorro da cidade. A faixa 2 e o acostamento foram interditados por causa do acidente. Os manifestantes deixaram a pista e o tráfego segue em uma faixa.

A concessionária informa que os motoristas foram orientados a utilizarem um desvio no km 58, com acesso à rodovia dos Bandeirantes.

Depois do acidente, os manifestantes se dispersaram, marcando o fim do protesto na cidade.

Carreta não conseguiu frear, batendo em caminhão parado na pista.

Fonte: TV TEM

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Jovens brasileiros, o protesto é legitimo, mas será que basta?

Por Jones H. Martins.

Diante dos fatos ocorridos nos últimos dias, resolvi escrever este artigo. 

Percebo uma grande quantidade de jovens nas diversas manifestações que acontece pelo país. Confesso que acho isso fantástico, sinal de que estão começando timidamente a se importar com esse chato e delicado assunto que é politica. Muitos saíram do trabalho ou da escola, deixaram de ir ao cinema e saíram do Facebook para criar cartazes contra PEC's ou contra projetos de lei que por muitas vezes passariam despercebidos num passado recente. 


A grande maioria desses jovens que protestam hoje, pintam o rosto com as cores da bandeira e gritam palavras de ordem pedindo um país melhor, mas a realidade é triste, a grande maioria nunca esteve presente numa sessão da câmara municipal de sua cidade, nunca estiveram presentes numa audiência pública para discutir um assunto de interesse coletivo ou nem se lembram em quem votaram nas ultimas eleições. 


Quando perguntados, a resposta é unanime: "Não gosto de politica" ou "são todos ladrões, prefiro não me envolver". 


Pois bem, agora estão todos 'envolvidos', mesmo que indiretamente e sem saber até quando essa 'chama patriota' se manterá acesa. A forte e legitima onda de protestos ainda não passou, muitas cidades reduziram as passagens de ônibus graças a isso, oferecendo subsídios(onde o próprio povo pagará através de seus impostos) e acalmou um pouco os ânimos daqueles mais exaltados com a causa. 


No momento tentam se organizar para fazer protestos direcionados a um determinado tema (educação ou saúde por exemplo) onde algumas pessoas irão ás ruas, fecharão avenidas pedindo melhorias com cartazes e depois irão embora até chegar o próximo evento para protestar novamente.


Tudo isso que está acontecendo é fantástico, válido e está realmente tirando o sono dos políticos de todo o país, mas quando o gigante adormecer, e até o maior dos otimistas sabe que ele adormecerá em breve, caberá a todos nós reconhecer que devemos sim participar do processo politico, devemos sim cobrar os eleitos seja de qual partido for, precisamos nos esforçar para saber quem são aqueles que nos representam e quais são suas ações, afinal eles trabalham pra gente. 


Você não deixaria seu funcionário trabalhando durante anos e pagando muito bem sem fiscaliza-lo, deixaria? 


Que o gigante demore a adormecer e a participação seja continua daqui pra frente. Este pode ser um bom começo...

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